Reportagem Vila Nova de Cerveira

Chegámos ao Hotel Turismo do Minho, fomos muito bem recebidos pelo staff e bebemos um vinho do Porto de boas vindas.

Quando chegámos ao quarto, nem queriamos acreditar! Tinhamos acesso directo à piscina do hotel e uma vista fantástica!

A decoração do Hotel e dos quartos é muito contemporânea, com verdadeiras obras de arte em todas as áreas!

Na manhã seguinte, depois de um pequeno almoço delicioso no Hotel, decidimos fugir à chuva e ir visitar Vigo e Baiona, em Espanha.

No regresso a Vila Nova de Cerveira, fomos conhecer o castelo da Vila, onde funciona a bonita Pousada de D. Dinis e também, a igreja Matriz e a Capela da Misericórdia. Conseguimos admirar no cimo de um monte, a escultura de ferro que simboliza esta vila, o Cervo!

Aproveitámos ainda para visitar a exposição da 16º Bienal de Vila Nova de Cerveira.

No regresso ao hotel, aproveitámos a piscina do Hotel para um fim de tarde relaxante!

No último dia, visitámos na vila histórica, a feira de Arte e Antiguidades que estava a decorrer e aproveitámos mais um passeio para admirar as casas típicas minhotas que nos fazem sentir como se tivessemos vivido naquela época!

Ficámos apaixonados e vamos regressar, sem dúvida!

Rute Pinheiro

Escapadinha a Amarante

Amarante vive em torno do religioso. Tudo é de S. Gonçalo. A ponte, o largo, a Igreja e até os doces típicos. O passar do tempo é marcado pelo sino que nos acompanha cada 15 minutos. Os Amarantinos dizem já não o ouvir mas é uma forte presença para o visitante.

A cidade sabe desfrutar do rio que a atravessa. A quietude do mesmo inspira a caminhar nas suas margens, a passeios de barco, à pesca, e até a atravessá-lo numa outra ponte, apenas pedonal.

Vale a pena conhecer o mercado (4ªs e Sábados) e descobrir a confusão de ofertas, desde galos vivos a vestidos de cerimónia.

E para terminar, usufruir de Amarante, implica conhecer as suas ruas e comércio tradicional, onde uma florista vende, além de flores, fruta e produtos de mercearia e quem sabe piriquitos!

Inevitável a paragem nas esplanadas sobranceiras ao rio Tâmega, para almoçar, jantar, provar os deliciosos doces com história conventual, ou apenas estar!

Amarante convida. Convida ao descanso, à calma, à contemplação, a voltar.

E eu sei que vou voltar em breve!

Cláudia Duarte

 

Fim de Semana em Peso da Régua

Fui uma das vencedoras do Passatempo Repórter Exit e fui passar o fim-de-semana de 28 a 30 de Outubro no Hotel Régua Douro, no Peso da Régua.

Com um fim-de-semana de sol, a contrastar com uma semana de chuva, partimos para o Peso da Régua. Pelo caminho, observámos diversas paisagens de cortar a respiração. Quando nos aproximávamos do destino, começaram a surgir os primeiros socalcos do Douro, com as suas vinhas que tornam famosa esta zona de Portugal. Uma das mais antigas regiões vitícolas do Mundo mantem as suas características, produzindo assim um vinho universalmente conhecido. Este Património Mundial da Humanidade, assim classificado pela UNESCO, recebeu-nos ao final da tarde de sexta-feira, com o sol a desaparecer atrás de uma colina.

O Hotel Régua Douro fica localizado à beira do Rio Douro, uma localização fabulosa que nos permite não só observar a calma e beleza do rio pela manhã mas também passear a pé pela cidade. Na primeira noite, decidimos passear um pouco pela cidade e procurar um restaurante para conhecer a gastronomia local. Neste dia começava o Festival de Gastronomia do Douro, que decorre até ao dia 11 de Dezembro. Assim, aproveitámos para conhecer alguma da gastronomia do Douro, no Restaurante Douro In. Aqui, a carta de vinhos, como não podia deixar de ser nesta zona vinhateira, surpreendeu pela quantidade e qualidade.

No sábado, depois de um pequeno-almoço recheado e revigorante no Hotel, fomos conhecer a cidade. A Casa do Douro não estava aberta ao público devido a obras e decidimos seguir a rua até ao Museu do Douro. Este museu, também ele virado para o rio, apresentava uma exposição temporária sobre Dona Antónia Ferreira, conhecida como Ferreirinha, e sobre a sua vida e obra. Este museu é um dos mais bonitos que já visitei; por fora tem um barco rebelo, que era utilizado para o transporte do vinho até ao Porto. A exposição estava muito bem organizada e era deveras interessante. Gostava também de realçar que os funcionários do museu eram extremamente atenciosos e colocaram-se ao dispor para esclarecer dúvidas que tivéssemos.

Em seguida, fomos ao Solar do Vinho do Douro, onde visitámos a exposição permanente do Museu do Douro. Esta exposição era composta por imagens, vídeos e alguns objectos que explicam a história desta região, muito associada às vinhas e ao vinho.

Posteriormente, decidimos ir a Lamego e fazer uma visita ao Santuário da Nossa Senhora dos Remédios. A escadaria monumental e a vista sobre a cidade fazem valer a pena a subida. A Igreja por dentro, com o altar em talha dourada e um órgão antigo, é de rara beleza, merecendo também uma visita.

Para completar o nosso dia, dirigimo-nos a Vila Real, aproveitando para conhecer esta cidade da zona Norte do país. Aqui já existia um cheirinho a Natal, tendo visto as primeiras árvores de Natal deste ano.

Para terminar o dia em beleza, jantámos no maravilhoso Restaurante Panorâmico do Hotel Régua Douro, com música ao vivo. Ao som de um piano, podemos experimentar mais uma vez a gastronomia local, com vista para o Rio Douro.

No domingo pela manhã, depois de outro pequeno-almoço delicioso, despedimo-nos do Douro, filmando a sua beleza. Partimos em direcção a casa, já com saudades desta zona tão bela de Portugal.

Ana Teresa Pedreiro

Copenhaga: a cidade que repira beleza e sedução

Eram 7.30 da manhã quando entrámos no Aeroporto da Portela, fizemos de imediato o check-in, e fomos tomar o pequeno-almoço. Como tínhamos imenso tempo até à hora do voo fomos dar uma volta pelo aeroporto e parámos na Freeshop, nem demos pelas horas a passar, e qual o nosso espanto que quando estávamos na caixa para pagar ouvimos a chamarem pelos nossos nomes. Começámos a correr e quando chegámos à porta de embarque apenas vimos o avião pois as 2 senhoras que encontrámos (que por sinal eram muito simpáticas!) apenas nos indicaram o tapete para levantarmos as nossas malas. Nem queríamos acreditar que tínhamos acabado de perder o voo, mas nem tudo ficou perdido, apanhámos o voo da tarde (às 17.15h) e lá fomos nós até Copenhaga. Chegámos por volta das 22.30h (hora na Dinamarca), apanhámos o comboio e fomos directos ao hotel, e para acabar este dia muito cansativo ainda fomos dar uma volta pela cidade para recuperar as horas perdidas.

Na manhã seguinte comprámos um bilhete de autocarro (aqueles turísticos que dão a volta à cidade) e lá fomos nós para a aventura, a cidade é linda, com muitos jardins cheios de flores, bicicletas por todo o lado, enfim uma cultura completamente diferente da nossa. Foi um dia de muito cansaço e diversão, fartámo-nos de andar, depois para relaxar apanhámos um barco no Canal de Nyhavn e andámos a passear pelo rio Inderhavn, para terminarmos a noite fomos até ao Tivoli (parque de diversões). No dia seguinte continuámos a nossa visita e parámos numa pequena urbanização “hippie”

de nome Cristiania, um destino a visitar sem dúvida na Dinamarca, onde tudo é permitido, atenção que esta localidade é aconselhada a visitar de dia. Aqui tudo é diferente, as casas grafitadas, as pessoas com estilo hippie, calmas, divertidas, simpáticas. Em seguida fomos até ao centro de Copenhaga onde terminámos a tarde na City Hall (praça central) a assistir a espectáculos (todos os dias era um

diferente). Para acabarmos, à noite fomos até ao Hard Rock Café. O último dia foi para nos despedirmos desta maravilhosa cidade, de manhã ainda demos um passeio a pé e às 12h fomos fazer o check-out para partirmos para o aeroporto de Copenhaga. Devemos referir que o nosso hotel tinha uma localização fantástica, estávamos a 2 min a pé da baixa de Copenhaga. Para acabar esta viagem maravilha, o nosso voo atrasou 1 h (sorte que não tivemos no início!!!) e fomos dar uma volta enorme pois os nossos amigos Franceses lembraram-se de fazer greve. Para terminarmos este relato devemos indicar que a viagem foi muito gira e que a cidade de Copenhaga é um destino que aconselhamos a visitar.

Hugo F. Baptista

Fátima – Dom Gonçalo Hotel & Spa

Chamo-me Ana Catarino e fui a 20ª contemplada do passatempo Repórter. Ganhei um fantástico fim-de-semana para duas pessoas no Dom Gonçalo Hotel & SPA na cidade de Fátima.

Pelo que vou partilhar um pouco daquilo que vimos e do que se pode fazer nesta zona de Portugal.

O D. Gonçalo Hotel & SPA situa-se mesmo à entra de Fátima. É um hotel muito bem localizado e com uma decoração muito requintada e acolhedora. Os quartos são muito bem decorados e acolhedores. Os hóspedes têm acesso ao Dom SPA que é constituído por piscina, jacuzzi, banho turco, sauna e duche tropical, pode-se ainda usufruir do ginásio. Tal com é normal nos SPA também tem vários tratamentos de beleza e relaxamento disponíveis mediante pagamento. No que diz respeito ao pequeno-almoço achei que tinha muito boa qualidade a nível de fruta fresca, o resto da oferta era um pouquinho fraca, pois não tinha grande variedade. O restaurante “ O Convite” foi considerado uma das melhores cozinhas da região centro de Portugal embora nós não o tenhamos experimentado.

O nosso check-in no D. Gonçalo Hotel & SPA foi ao final da tarde de sexta-feira e como felizardos que somos o clima ajudou imenso, estava um final de tarde fantástico e ainda conseguimos aproveitar o resto da tarde para visitar o Santuário de Fátima.

A Vila de Fátima tem actualmente cerca de 8000 habitantes. Nela estão instalados vários colégios de ensino secundário. A capacidade hoteleira é de cerca 10000 camas, incluindo bastantes casas religiosas que recebem peregrinos e retirantes. As congregações masculinas são cerca de 15, com vários seminários e noviciados. As femininas são cerca de 47.

No recinto do Santuário pode-se encontrar a Basílica, Esplanada, Capelinha das Aparições, Capela do Lausperene, Azinheira grande, Monumento ao Sagrado Coração de Jesus, Albergue da Nossa Srª das Dores, Reitoria, Casa de Retiros da Nossa Senhora do Carmo, Muro de Berlim, Cruz Alta, Monumento ao Papa Paulo VI, Monumento ao Papa Pio XII, Monumento a D. José Alves Correia da Silva e Centro Pastoral de Paulo VI.

Pode-se ainda visitar o Museu de Arte Sacra e Etnologia, Museu Vida de Cristo e o Museu de Cera.

Para aqueles que não gostam de andar a pé podem fazer a visita em minitrain, ou seja, visita panorâmica a Fátima em ninicombóio, com 5 paragens – Santuário (zona norte e zona sul), Via Sacra, Valinhos e Igreja Paroquial de Fátima.

Nos arredores de Fátima mais precisamente em Aljustrel e Valinhos pode-se visitar: as duas casas dos Pastorinhos, a casa museu de Aljustrel, Valinhos, Loca do Anjo, Via Sacra e Calvário Hungáro.

Mas nós como somos amantes da natureza decidimos ir um pouquinho mais longe até S. Mamede e visitar as Grutas da Moeda que embora não sejam as mais profundas (atingem cerca de 45m) de Portugal são as mais extensas pois têm 350m visitáveis. Quanto a mim têm uma beleza incomparável. Já tinha visitado as Grutas de Mira d’Aire mas gostei muito mais destas. No final da visita somos convidados a provar uma aguardente de mel da região que é simplesmente divinal.

Daí seguimos para Portela das Cruzes para visitarmos o parque eco-sensorial da Pia do Urso, este é o único no mundo e foi pensado especialmente para proporcionar novas experiências e sensações aos invisuais. Inserido num cenário natural, absolutamente deslumbrante, aqui, todas as infra-estruturas foram preservadas, para manter a tradição. Desde as habitações, até ao espaço natural que envolve o percurso sensorial, mantiveram-se tipologias e matérias, que nos contam um pouco da história da região. É realmente espectacular e merece ser visitado especialmente para quem tem crianças.

A noite janta-mos no restaurante ‘A Grelha’ o qual consideramos ter grande qualidade. No que diz respeito à vida nocturna ficamos a saber que pouco há a fazer por estas bandas. Foi-nos recomendado um bar situadoem Casas Velhas chamado ‘I love beer’ com uma decoração muito engraçada, bom ambiente e indicado para amantes de cerveja pois tem todos os tipos e mais alguns de cerveja de todo o mundo. Por sorte nessa noite tinha música ao vivo com uma banda local.  Foi muito agradável.

No regresso a casa decidimos fazer mais duas paragens uma na Batalha e outra em Óbidos, dois sítios dignos de se visitar pois ambos são de uma beleza incomparável.

 

 

Reportagem – Cascais

Repórter em Cascais 10 a 12 de Junho 2011

Senhora da Guia Boutique Hotel

Sexta – Feira
A recepção ao Senhora da Guia Boutique Hotel, situado na costa de Lisboa, foi muito simpática desde o check-in até ao acompanhamento para o quarto. É um hotel de charme envolto de jardins elegantes, piscinas com água do mar rodeadas de um extenso jardim com solário e Spa que convidam a bons momentos de relaxamento. O quarto impressionou não só pelo seu conforto, decoração e cores vibrantes como a vista para o Oceano Atlântico que delicia qualquer olhar.

Depois de deixarmos as malas, um mergulho na piscina foi a melhor opção para o desgaste de umas divertidas horas de viagem pelo calor.

O restaurante escolhido para jantar foi o “Casa Velha”, um restaurante rústico e muito sofisticado situado na zona histórica de Cascais, do qual recomendo a paella, especialidade da casa, degustada na esplanada, perfeita para um jantar romântico a dois.

De seguida foi a vez de bebermos um cocktail no bar “Terrace Lounge” que proporciona também uma esplanada requintada, com fontes de água e vista privilegiada para a cidade. Nesta mesma zona reúnem-se vários restaurantes que no fim da noite passam a ser bares com música que prometem diversão pela noite fora. Um passeio pela baía de Cascais fechou o dia de forma perfeita.

Sábado
Pequeno-almoço servido na esplanada do restaurante do hotel com vista para o mar não podia ser melhor começo de dia, destinado para as visitas de carácter mais cultural e turístico que a cidade oferece e uma boa praia para o resto do dia.

No Museu Casa das Histórias Paula Rego encontra-se a exposição “My Choice”, obras seleccionadas por Paula Rego para a colecção British Council, assim como obras da sua autoria.

No Centro Cultural de Cascais encontra-se a agradável exposição “A última sessão Marylin Monroe” pelo fotógrafo Bern Stern com imagens inéditas da própria e onde também tivemos oportunidade de conhecer um dos coleccionadores que expõe na própria exposição livros e capas de revista da Marylin Monroe que foi juntando ao longo dos anos.

Visitamos também o Museu Conde Castro Guimarães e a sua arquitectura esplendorosa assim como a Marina de Cascais para uma pausa matinal refrescada por uma bebida.

O almoço foi no restaurante “Golfinho” na baixa histórica da qual recomendo as saladas variadíssimas. No Largo de Camões acontecia a feira do livro e comércio de artesanato de criadores da cidade.

O resto do dia foi aproveitado para os banhos de sol na praia do Guincho que tem uma linda vista para a Serra de Sintra e para o ponto mais acidental da Europa, o Cabo da Roca.

Depois do requintado jantar no “Dom Grelhas” na Casa da Guia, espaço comercial de contacto com a natureza e situado junto á costa, partimos para a zona história em busca dos famosos gelados da gelataria “Santini”. Este é um local que até se faz filas de clientes até á rua. Depois de o saborear percebi porquê: são deliciosos!

O final de noite foi no “Paradigma”, um bar/restaurante com um aspecto moderno e cool, decoração clássica e um simpaticíssimo serviço. Oferece boa música, óptimos cocktails e também uma vista para a vila que torna a experiencia ainda mais singular.
Agradeço pela oportunidade que me deu em conhecer Cascais, que se tornou mais do que esperava, desde os lindos parques que existem pela cidade até aos pontos mais turísticos assim como todo o espírito que a cidade emana.

Obrigado,

Pedro Castro

Diário de Viagem – Lisboa

Ao ter sido contemplado com um fim-de-semana em Lisboa, propus-me de imediato um desafio: como fazer turismo numa cidade para onde todos os dias me desloco para o emprego. Confesso que não é algo que já não me tivesse passado várias vezes pela mente, pois cruzo-me com imensos turistas na cidade e imaginava como deve ser agradável para eles desfrutar da nossa magnífica capital. Foi a partir deste desafio pessoal que planeei o fim-de-semana e vesti a pele do Repórter!

Na 6ª Feira, por volta das 22h00, chegámos ao Hotel Tryp Oriente, localizado no Parque das Nações, no qual ficámos muito bem instalados no 7º andar com uma vista espectacular para o rio e Parque das Nações, num quarto confortável e bem equipado.

Nessa noite, aproveitámos para fazer um pequeno passeio na zona, com direito a jantar no The Fifties, que como o próprio nome indicia, é um restaurante temático em torno dos anos 50 com música e cenário a rigor.

O dia seguinte amanheceu com previsão de chuva, o que aliás se confirmou em alguns períodos do dia. Após desfrutarmos do excelente pequeno-almoço no Hotel, iniciámos o nosso passeio pela capital. Optámos por utilizar os transportes públicos pois a rede de transportes na cidade é bastante abrangente e trata-se de uma opção menos poluente e bastante económica.

Partimos em direcção ao Castelo de São Jorge, situado na mais alta colina do centro histórico, no qual se consegue contemplar uma magnífica vista panorâmica sobre a cidade e o estuário do Rio Tejo. Ao percorrermos o interior do monumento, ao longo das suas muralhas e torres, é inevitável sentirmo-nos logo historicamente transportados no tempo.

De seguida, descemos a pé do cimo da colina até à Baixa, com o objectivo de visitar o Elevador de Santa Justa. Somos levados para o seu piso superior no interior de uma cabine de madeira, num processo mecânico de transporte, proporcionando ao visitante uma experiência fascinante que culmina na soberba vista observável no topo.

O forte vento e a chuva acompanhada de trovoada que se instalam sobre a cidade faz-nos equacionar se seria viável passarmos ao próximo ponto de visita, fazer um cruzeiro pelo Tejo. Porém, à medida que avançávamos em direcção ao Terreiro do Paço, as condições meteorológicas iam abrandando, o que permitiu prosseguirmos com o planeado. E valeu a pena, pois a experiência proporcionada pelo cruzeiro no Tejo foi bastante agradável. Durante duas horas, navegamos ao longo do rio, desde o Parque das Nações até Belém, num ambiente tranquilo a bordo com direito a bebidas, oferecendo-nos uma visão única da nossa capital vista do Rio Tejo. São paisagens magníficas captadas de uma perspectiva diferente, que confirmam a beleza da cidade.

Já de volta a terra firme, atravessámos a Praça do Comércio e entrámos em plena Baixa alfacinha, cuja envolvência e diversidade tanto prazer dá percorrer.

Continuámos a caminhar, rumo à Praça dos Restauradores, onde se encontra o Elevador da Glória, que liga esta Praça ao Jardim de São Pedro de Alcântara. Embarcámos de imediato no ascensor que estava prestes a subir e desfrutámos de uma viagem extraordinária, tão entusiasmante que tornámos a fazê-la no sentido oposto!

A seguir, atravessámos a elegante Avenida da Liberdade, uma das mais importantes avenidas da cidade e parámos junto à Praça do Marquês de Pombal, onde pudemos contemplar o imponente monumento a Marquês de Pombal e, na sua retaguarda, a extensa vertente relvada do Parque Eduardo VII que, no seu vértice, funde-se com uma grandiosa bandeira de Portugal hasteada elevando-nos o ego patriótico!

Após um dia onde muito se percorreu, a noite convidou a um ligeiro passeio pelo Parque das Nações, abrilhantado pelas diversas luzes que concedem um encanto especial a esta zona moderna da cidade.

No Domingo, depois de mais um delicioso pequeno-almoço e de efectuar o check-out no Hotel, rumámos para a zona de Belém. Iríamos iniciar o dia aproveitando o facto de, aos Domingos de manhã, a entrada ser grátis em alguns monumentos e museus.

Fizemos uma suave caminhada matinal junto ao rio, iniciando no Mosteiro dos Jerónimos indo até à Torre de Belém. Ao chegarmos à Torre de Belém, deparamo-nos com a magnitude deste monumento, ex-libris do património cultural português, dotado de uma admirável decoração exterior e de um interior extremamente interessante de visitar, como aliás pudemos constatar.

Infelizmente, por motivos alheios, a reportagem terminou mais cedo que o previsto. Fica a sugestão para visitarem, naquela zona, o Mosteiro dos Jerónimos, o Padrão dos Descobrimentos, o Centro Cultural de Belém, o Planetário, entre outros pontos de interesse, não terminando sem degustar os saborosos Pastéis de Belém.

Mas tanto mais ficou por visitar… A cidade de Lisboa oferece uma vasta diversidade cultural e de lazer, com inúmeros motivos de encantamento. Fica o desafio para elaborarem o vosso roteiro e explorarem ao máximo esta deslumbrante cidade!

Os meus sinceros agradecimentos  por me proporcionarem

este fantástico fim-de-semana!

Paulo Gouveia

 

ÉVORA – Crónica de uma aventura…

Não é por acaso que Évora foi considerada Património Mundial pela UNESCO. A sensação ao entrar nesta bela cidade muralhada é de deslumbre total… Nada foi deixado ao acaso. Todos os recantos têm uma beleza inigualável. De ressalvar a forma como esta bela cidade medieval está preservada. Simplesmente de uma forma exemplar. Parece tirada de um conto de fadas! Esta foi só a nossa primeira impressão da cidade!

Como não poderia deixar de ser, a sensação continuou assim que chegamos ao Hotel . O Hotel M’AR De AR Aqueduto é o hotel de 5 estrelas de Évora. Fica localizado no centro histórico, e tal como o nome indica, ao lado do Aqueduto da Água de Prata. Este boutique hotel ocupa o antigo palácio dos Sepúlveda, do século XVI. Extremamente bem adaptado aos tempos de hoje, com uma decoração moderna e de design. Possui uma capela, tectos abobadados e três janelas Manuelinas na fachada principal. Os quartos são extremamente confortáveis e bem decorados. Um dos pormenores a salientar é que entre a zona de banho e o quarto existe uma enorme janela de vidro, permitindo que a área de banho desfrute de luz natural, e dando também um charme particular aos quartos. O Hotel possui também um Spa, que disponibiliza uma vasta gama de tratamentos, bem como sauna e banho turco. Enfim, é um 5 estrelas. Não poderemos deixar de comentar a hospitalidade, amabilidade e profissionalismo do staff do Hotel.

Saímos para jantar, e mais uma vez fomos agradavelmente surpreendidas. Calcorreamos a calçada romana a pé, pelas estreitas ruas cheias de charme, e fomos ao famoso restaurante “um quarto para as nove”. Um espaço muito acolhedor e com gastronomia tipicamente alentejana, ou seja, extremamente rica. Fomos muito bem recebidas  pelo seu dono, o Sr. Daniel. Na variadíssima panóplia de restaurantes da cidade salientamos também a gastronomia e a arte de bem servir do restaurante “Quarta Feira” , onde tivemos também o prazer de saborear a arte de bem cozinhar alentejana.

Falando agora da nossa aventura a pé pela belíssima cidade de Évora, tudo seria de salientar, pois esta cidade histórica no coração do Alentejo é herdeira de um rico e variado património cultural, construído e preservado ao longo do tempo. Assim sendo, não poderemos deixar de salientar aqueles monumentos e locais que mais se destacam. O ex-libris da cidade popularmente conhecido como o Templo de Diana, mas na realidade designado por Templo Romano (Séc. I); a Catedral de Évora, consagrada a Santa Maria, edificada entre 1283 e 1308, edifício românico-gótico; o Largo Conde Vila Flor – Ruínas do templo romano, museu de Évora, biblioteca pública de Évora, Igreja e convento dos Lóios (pousada), Palácio dos Duques de Cadaval; a Praça do Sertório – Edifício da Câmara Municipal, Termas Romanas , Igreja e convento do Salvador; A Igreja e Convento da Graça; a mítica Capela dos Ossos; A Praça de Giraldo, enfim.

ÉVORA, toda ela é história, riqueza, cultura, charme…

Assim nos despedimos, mas com a certeza de querer cá voltar.

Reporter Évora – Ana e Magda

De 18 a 20 de Novembro de 2011

Alcobaça – Your Hotel & Spa

Para relatar esta viagem de forma compreensível é necessário recuar um pouco no tempo, recuar até ao momento em que soube que era um dos repórteres GeoStar. Planeava uma viagem em que trabalho e lazer seriam uma bela mistura, mas era-me difícil estabelecer uma data para o seu início. Queria que começasse em final de Julho ou início de Agosto, isso sim, mas ainda não tomara iniciativa de apontar um dia. Vencer uma viagem entre 29 e 31 de Julho foi o pretexto perfeito para apontar um dia sem hesitações.

Dia 29, de malas feitas e carro carregado – vão ser quase dois meses na estrada, pelo que é preciso muita coisa – a descer para o carro e a cantarolar encontro um farol desfeito em vidros e um papel com um número de telefone no limpa pára-brisas. Começa bem, pensei. Declaração amigável preenchida, parto caminho a Coimbra para umas últimas reuniões e desço até Alcobaça. O Hotel, difícil de encontrar à primeira, devo dizer, esperava-me; e que bem soube encontrar um quarto assim arranjadinho para deitar e relaxar.

No dia seguinte, depois de dormir numa caminha bem confortável tentei arranjar um novo farolim em Alcobaça, feito difícil num sábado de manhã. Após uma hora de tentativas frustradas passei ao que interessa, o usufruto da cidade. Uma voltinha bem agradável pelo centro e a visita que se impõe ao seu mosteiro uma obra-prima gótica sem igual em território nacional. Um almoço tranquilo e, de regresso ao hotel, uma deliciosa visita ao SPA para recarregar energias. E este sim, foi o momento alto deste fim-de-semana, duas deliciosas horas e meia a ser massajado, beliscado, borbulhado por água.

Uma sesta logo a seguir a mais um passeio de reconhecimento, sem destino claro, pelas redondezas do hotel, Alcobaça e depois a Nazaré com jantar pelo meio.

Aqui está, meus caros, a descrição deste maravilhoso fim-de-semana oferecido pela GeoStar, que só não pôde continuar a fazer as minhas delícias Domingo fora porque infelizmente o trabalho me chamava.

Patrick Monteiro

Fim-de-semana especial em Leiria

Um fim-de-semana especial

Há quase dois anos sem férias a surpresa de ganhar o passatempo repórter GeoStar foi uma das melhores notícias dos últimos tempos. Quando soube, não tive dúvidas escolhi logo os meus pais para irem comigo nesta aventura, eles fazem 25 anos de casados e como eu não tenho dinheiro para lhes oferecer uma prenda nada melhor do que a minha companhia. Como o fim-de-semana era só para duas pessoas decidimos alugar mais um quarto, o que até foi melhor porque assim tive todos os luxos só para mim.

Começámos a viagem já um pouco tarde porque os meus pais trabalham e de Seia a Monte Real demorámos cerca de 2h30, em parte porque não conhecíamos bem o caminho e não nos demos muito bem com o GPS, do Iphone que a GeoStar nos emprestou. Chegámos ao hotel cerca da meia-noite e fomos extremamente bem recebidos pelos funcionários do hotel, o ambiente era chique e minimalista ao mesmo tempo, uma vez que o hotel assenta numa fachada antiga que abre portas para um mundo moderno.

O meu quarto tinha uma fantástica vista para a piscina, que mesmo sendo tarde convidava para um mergulho, sob a luz das estrelas. Como não estava cansada passei um belo tempo a fazer zaping pelos muitos canais de televisão que o hotel oferece.

Sábado de manhã prontos para o inicio da jornada, tomámos um pequeno-almoço reforçado, com frutas, bolos frescos e tudo aquilo a que temos direito no hotel de quatro estrelas. Seguimos em direcção à praia da Vieira de Leiria, que não estava muito convidativa a passeios, fomos então para a praia de Pedrogão onde passeamos e respirámos a brisa marítima matinal. Pelo meio encontrámos uns jovens escuteiros que vendiam bolos para angariar dinheiro para o seu agrupamento.

Já perto da hora do almoço partimos para a Marinha Grande para tentarmos visitar o Museu do Vidro, no entanto a cidade está cheia de obras e não conseguimos alcançar o nosso objectivo. Parámos então para almoçar num restaurante de fast food e seguimos viagem rumo a São Pedro de Moel.

Esta é uma vilazinha que me agrada muito e à qual já havia ido com os meus pais antes. A vista do farol é fantástica e vemos sempre famílias a passear os cães. Não sou muito dada a ficar estendida no areal e como já se aproximavam das quatro da tarde e sei que os meus amigos vão sempre à praia da Nazaré nos fins-de-semana de Verão, lá os convenci a darmos um pulinho até ao Sítio.

Há cerca de cinco anos que não ia à Nazaré, mas parece que o tempo aqui não passou, é engraçado ver todas aquelas mulheres nas ruas a gritar ‘Chambres’ e ‘Rooms’ aos turistas que por ali vão passando, sempre vestidas com as suas sete saias. E olhem que estava bastante calor…

Aqui visitamos o Sítio, que tem uma vista bastante agradável sobre o oceano. Neste local encontrámos também bastantes vendedores de artesanato local e um templo dedicado à senhora da Nazaré. Compramos uma pinhoada e descemos até à praia, onde encontramos o Roberto, um dos meus melhores amigos que trazia umas frutas fresquinhas. Lanchamos numa esplanada à beira da praia e aproveitei para ir comprar um churro ao Rei das Farturas. Mas, devo dizer que o nome não está lá muito correcto… Depois de alguma conversa lá fizemos a vontade à minha mãe e seguimos para Fátima, mas antes parámos para visitar o Mosteiro da Batalha.

Imponente, mas um pouco degradado estava ansiosa por ver este monumento, infelizmente estava fechado, algo que num país em crise é estranho, porque com a quantidade de pessoas que andavam por ali, se podia ter feito uma grande receita. Mas, as más notícias não se ficavam por aí e soube do falecimento da cantora Amy Winehouse. Seguimos então para Fátima e visitamos o santuário. Não sou nada religiosa mas tenho de dizer este local consegue conferir-nos uma grande paz e lá pelo meio até vi um pedaço do murro de Berlim que está em exposição à entrada do santuário. Visitámos ainda a nova igreja inaugurada recentemente e decidimos voltar para o hotel.

Chegamos a Monte Real cerca das 22h cheios de vontade de comer um bom jantar, mas tirando o restaurante do hotel as alternativas são extremamente reduzidas e acabamos por jantar uns petiscos no Café Central, enquanto ouvíamos o rancho local na praça principal da vila.

Na manhã seguinte, após o pequeno-almoço iniciámos a nossa viagem de regresso e começámos por visitar Alcobaça, os meus pais diziam-me que quando era pequena levaram-me a visitar o Convento. No entanto, eu não me lembrava de nada e por isso para mim foi uma experiência novinha em folha. Quando cheguei à igreja ainda estava a decorrer a Missa e por isso tive de espera um bocadinho para visitar a nave principal do Convento onde se encontram os túmulos de D. Pedro e Dona Inês. Enquanto andava a passear dei conta que tinha decorrido um casamento e fiquei algum tempo a ver a alegria dos noivos e acho que me deve ter dado uma pontada de doçura e fui directamente para a pastelaria Saraiva comprar uns doces conventuais. Só tenho a dizer ‘Nhami’!

Já à saída de Alcobaça vimos uma feira da SPAL e surpresa das surpresas o meu pai ofereceu-me umas chávenas todas mimosas para a minha colecção. Aproximava-se agora a última paragem: Peniche.

Chegamos à praia do Baleal já na hora de almoço, mas sem fome depois dos doces, passeamos um pouco por esta espécie de ilha e rumamos ao Cabo de Peniche, onde podemos avisar as Berlengas e toda uma imensidão de Oceano Atlântico.

Confesso que não sou muito fã de Peniche, porque sempre que íamos de férias os meus pais queriam sempre ir para lá e como não tenho irmãos, o nome desta cidade significava para mim uma semana de pura seca! Mas, naquele dia foi diferente, porque passeamos pelas ruas, porque lembrámos de sítios por onde passámos há alguns anos, pessoas que conhecemos e aproximava-se a hora da partida rumo a Lisboa.

Comemos mais umas pinhoadas e voltamos a Lisboa onde terminámos esta viagem que brevemente queremos sem dúvida repetir. Obrigada!

Graziela Costa