Reportagem Vila Nova de Cerveira

Chegámos ao Hotel Turismo do Minho, fomos muito bem recebidos pelo staff e bebemos um vinho do Porto de boas vindas.

Quando chegámos ao quarto, nem queriamos acreditar! Tinhamos acesso directo à piscina do hotel e uma vista fantástica!

A decoração do Hotel e dos quartos é muito contemporânea, com verdadeiras obras de arte em todas as áreas!

Na manhã seguinte, depois de um pequeno almoço delicioso no Hotel, decidimos fugir à chuva e ir visitar Vigo e Baiona, em Espanha.

No regresso a Vila Nova de Cerveira, fomos conhecer o castelo da Vila, onde funciona a bonita Pousada de D. Dinis e também, a igreja Matriz e a Capela da Misericórdia. Conseguimos admirar no cimo de um monte, a escultura de ferro que simboliza esta vila, o Cervo!

Aproveitámos ainda para visitar a exposição da 16º Bienal de Vila Nova de Cerveira.

No regresso ao hotel, aproveitámos a piscina do Hotel para um fim de tarde relaxante!

No último dia, visitámos na vila histórica, a feira de Arte e Antiguidades que estava a decorrer e aproveitámos mais um passeio para admirar as casas típicas minhotas que nos fazem sentir como se tivessemos vivido naquela época!

Ficámos apaixonados e vamos regressar, sem dúvida!

Rute Pinheiro

Escapadinha a Amarante

Amarante vive em torno do religioso. Tudo é de S. Gonçalo. A ponte, o largo, a Igreja e até os doces típicos. O passar do tempo é marcado pelo sino que nos acompanha cada 15 minutos. Os Amarantinos dizem já não o ouvir mas é uma forte presença para o visitante.

A cidade sabe desfrutar do rio que a atravessa. A quietude do mesmo inspira a caminhar nas suas margens, a passeios de barco, à pesca, e até a atravessá-lo numa outra ponte, apenas pedonal.

Vale a pena conhecer o mercado (4ªs e Sábados) e descobrir a confusão de ofertas, desde galos vivos a vestidos de cerimónia.

E para terminar, usufruir de Amarante, implica conhecer as suas ruas e comércio tradicional, onde uma florista vende, além de flores, fruta e produtos de mercearia e quem sabe piriquitos!

Inevitável a paragem nas esplanadas sobranceiras ao rio Tâmega, para almoçar, jantar, provar os deliciosos doces com história conventual, ou apenas estar!

Amarante convida. Convida ao descanso, à calma, à contemplação, a voltar.

E eu sei que vou voltar em breve!

Cláudia Duarte

 

Coimbra com encanto

Redescobri a cidade de Coimbra neste fim-de-semana, lembrando ruas e ruelas que outrora tinha partilhado na companhia da minha melhor amiga há uns anos atrás. E apesar deste fim-de-semana não ser tão carinhosamente lembrado como a escapada de então, deixou-me orgulhosa de peito cheio, por saber que ainda há sítios assim em Portugal.

Sábado começamos a visita da cidade a pé, de manhãzinha para que a energia matinal nos pudesse dar um empurrão a não perder nada de vista. Temos sorte… não chove. O sol esconde-se envergonhado atrás de uma nuvem, mas pelo menos não chove.

Em direcção à Praça da República, aproveito para reparar em antigos palacetes e casas senhoriais completamente recuperados e habitáveis e comento que deveria ser sempre assim: preservar a imagem antiga dando-lhe um uso actual.

A calmaria da Av. Sá da Bandeira relembra-nos que é sábado e que a cidade descansa agora, da frenética vida estudantil que Coimbra acolhe durante a semana. O mercado D. Pedro V, enche-se de cores e cheiros que ora me lembram o Mercado do Bulhão no Porto, ora o mercado da Assomada na Ilha de Santiagoem Cabo Verde.Issoé bom! Gosto de mercados! Gosto de aventais, pregões e cheiro a fruta!

Tempo para um café numa esplanada do Largo da Portagem e o sol resolve aparecer. A pausa permite delinear o itinerário no mapa e comentar que me lembrei de Sevilha e do Rio Guadalquivir, junto à Ponte de Santa Clara…

Junto à margem do rio e passando pelo Parque Dr. Manuel Braga, chegamos ao Parque Verde do Mondego, que é um parque relativamente recente, muito bem concebido, onde a harmonia paisagística se funde com as pessoas que por ali passeiam, fazem exercício, brincam, observam, lêem, relaxam e vivem Coimbra.

Com o estômago a dar horas, começamos a procurar o Beco do Forno, onde a Tasca Zé Manel dos Ossos, promete uma almoçarada à maneira. Chegamos e temos de esperar… Não fiquei surpreendida, uma vez que a reputação da típica tasca vai além fronteiras. Pouco tempo depois, vamos lá sentar por entre as quinquilharias penduradas no tecto e paredes e provar os famosos ossos de suã e as barriguinhas de leitão na brasa… Lá se vai a minha dieta. Humm, é só hoje, penso. Gostei, mas confesso que o jantar delicioso, de sexta-feira na Taverna do Ginguinha,em Samora Correia, fez com que o petisco de ossos ficasse aquém do imaginado.

Ainda assim e de barriga cheia, seguimos via Arco de Almedina em direcção à Sé Velha, onde somos alegremente recebidos por uma tuna feminina que na escadaria da catedral canta e encanta quem passa. A cidade velha, enche-se de visitantes e estudantes, atentamente observados por idosos que se debruçam nas janelas e que sorriem a quem por ali se vai perdendo e apaixonando, quase que respondendo à canção “Linda donzela vem à janela que a Tuna passa…”.

No topo ergue-se um pólo universitário, como jamais conheci em parte alguma, religiosamente protegido pela Sé Nova e culturalmente ladeado pelo Museu Machado de Castro. Entre cantos académicos, discutem-se questões de matemática e o livro do Eça de Queiroz que afinal até já foi mais barato…

A Biblioteca Joanina de portas fechadas, lembra-me o fascínio que senti quando a vi pela primeira vez e tive saudades dos meus 23 anos, trajada a rigor, de pasta e livros debaixo do braço, na azáfama das fitas por assinar e na ansiedade das notas por sair. Esta cidade tem a agitação de borboletas na barriga desde 1290 e sem mofo ou traça, sentimos isso quando a visitamos. Deixamo-nos levar e encantar… Afinal até o Rio Mondego que ali passa é chamado o “rio dos poetas”.

Um passeio improvisado no autocarro nº6, leva-nos até à outra margem do rio, por Santa Clara e arredores dando a conhecer uma parte da cidade que já não conseguimos palmilhar a pé. Afinal de contas, até foi bom entrar em sentido contrário…Terminamos com um jantar nas docas da cidade.

Domingo acorda com chuva e trovões, adivinhando a tempestade que mais tarde se instalou, o que decidiu que partiríamos logo depois do pequeno-almoço no hotel e contrariando o Fernando Machado Soares, Coimbra não tem mais encanto na hora de despedida… Diria antes na hora do vibrante reencontro, cada vez que se regressa à mãe da universidade mais antiga de Portugal.

Natacha Ferreira

Veja sugestões de hotéis em Coimbra: http://www.geostar.pt/hotel/coimbra/6859

Escapadinha a Elvas

O meu nome é Rui Lopes e fui o vencedor do fim-de-semana em Elvas, com estadia na fantástica Quinta de Santo António, de 30 de Setembro a 2 de Outubro.

Partimos de Lisboa na sexta-feira ao final da tarde, aproveitando os últimos raios de sol em direcção ao nosso querido Alentejo. Pelo caminho, e como a fome começava a apertar, decidimos parar em Évora para uma refeição ligeira, de forma a não chegarmos muito tarde a Elvas. Já com a barriga cheia, a distância que separa Évora de Elvas pareceu muito menor do que na realidade é, pelo que a chegada ao destino aconteceu por volta das 22h15.

É bastante fácil chegar à Quinta de Santo António, pois fica perto da auto-estrada e está muito bem sinalizada ao longo de todo o caminho. Um pouco mais difícil foi encontrar a entrada para a recepção, pois nem o fantástico céu estrelado foi suficiente para descobrirmos a entrada correcta, pelo que tivemos mesmo de fazer um pequeno telefonema para a recepção, a pedir indicações. E afinal, a entrada estava mesmo quase à nossa frente…

Fomos muito bem recebidos pelos funcionários da Quinta de Santo António, que prontamente nos indicaram o nosso quarto e de forma simpática nos acolheram. Todos os quartos tinham um nome, sendo que o nosso foi o “Quarto da Paula”. Possuía um mobiliário de estilo clássico, mas ao mesmo tempo bastante acolhedor, reportando-nos para a decoração antiga mas tipicamente alentejana. Após a viagem e uma semana de trabalho, decidimos ir dormir cedo para melhor podermos aproveitar os dias seguintes.

No sábado, optámos por acordar cedinho e, após um reconfortante pequeno-almoço no hotel, seguimos em direcção ao centro de Elvas para obter mais informações sobre a cidade no posto de turismo, onde fomos extremamente bem recebidos e nos deram todas as informações e mapas necessários para conhecer a cidade. Após um cafezinho numa das esplanadas no largo onde se situa o posto de turismo, e com vista para a Antiga Sé de Elvas, resolvemos percorrer a cidade, até subirmos em direcção ao Castelo e ter uma primeira visão global do que tínhamos para visitar. Infelizmente, deparámo-nos com as portas do Castelo fechadas mas apesar do calor, valeu a pena o passeio e a descoberta de todos os pequenos detalhes (o Monumento aos Combatentes da Grande Guerra, o Cemitérios dos Ingleses, as várias portas da cidade, as suas muralhas, etc).

Após uma primeira vista panorâmica da cidade, decidimos ir até um dos fortes que Elvas possui – Forte da Graça – onde é impossível não ficar deslumbrado com a grandiosidade desta antiga fortaleza. Construído no séc. XVIII para proteger a cidade, a disposição das muralhas fazem este forte parecer uma estrela, algo que é possível constatar nas fotografias de vista aérea do local. Apesar de se encontrar abandonado, respira-se história em cada muralha, enquanto se sobe até ao topo do Forte.

A hora de almoço aproximou-se rapidamente e decidimos parar num restaurante para descansar um pouco e refrescar as ideias, porque o calor que se fazia sentir era o calor típico de um mês de Agosto. No entanto, não havia tempo a perder e voltámos novamente para as ruas da cidade, onde encontrámos monumentos tão belos quanto diversos, como a Estátua do Rei D.Manuel I, o qual no séc. XVI concedeu o foral à cidade de Elvas; a Fonte e a Igreja de S. Lourenço, na qual se destaca na parte frontal um painel de azulejos do séc. XIX com a imagem de S. Lourenço ou a Torre Fernandina, construída no séc. XIV. Para terminar a visita cultural do dia fomos até ao Convento de S. Domingos que, apesar de ter sido fundado em 1267, tem hoje uma fachada barroca, restando do séc. XIII apenas a cabeceira. Foi-nos permitido visitar a Igreja que tem um interminável número de obras de arte no qual vale a pena “perder tempo”: começando pelos vários altares laterais; os painéis de azulejos a retratar a vida de S. Domingos, as imagens em tamanho real da crucificação de Cristo assim como de Nossa Senhora a rezar o terço e terminando no altar central de estilo gótico. Tudo vale a pena e está recheado de história com pequenas explicações em cada uma das obras para mais facilmente localizar os visitantes relativamente ao que estão a ver.

Após a visita ao Convento de S. Domingos resolvemos voltar ao ponto de partida, para aproveitar todo o espaço exterior que a Quinta de Santo António tem para oferecer, culminando com a piscina, pois o tempo quente convidava a um mergulho.

Para terminar o dia fomos até ao restaurante “Adega Regional”, mesmo no centro de Elvas para um jantar típico alentejano, onde fomos extremamente bem servidos, e da melhor forma dar por concluído o 2º dia deste fim-de-semana.

Como tudo o que é bom acaba depressa, rapidamente chegámos ao último dia do nosso fim-de-semana, e com a agravante que tínhamos compromissos inadiáveis em Lisboa durante a tarde, por isso tínhamos que aproveitar cada minuto. Após o pequeno-almoço reforçado na Quinta de Santo António, partimos uma vez mais rumo ao coração de Elvas. Neste passeio matinal, fotografámos a Igreja de Nossa Senhora da Assunção, que foi sede do Bispado de Elvas entre 1570 e 1881; fizemos um novo passeio pelas muralhas, onde foi possível avistar alguns tanques de guerra que continuam exposto para observação; assim como alguns passos da Via Sacra, maravilhosas peças de arte com azulejos e uma tela que representam as partes da Via Sacra e foram construídos durante o séc. XVIII e que se encontram distribuídos por vários pontos da cidade.

Com este passeio despedimo-nos da cidade de Elvas, mas ainda com tempo de visitarmos a vizinha Campo Maior e o seu castelo, assim como fazer um desvio até às margens do Guadiana onde foi possível ver a Capela da Ajuda, assim como as pontes (antiga e moderna) que ligam Elvas (Portugal) e Olivença (Espanha), que são cidades irmãs. A ponte antiga foi mandada construída pelo rei D. Manuel I em 1510, mas encontra-se parcialmente destruída após vários Invernos rigorosos, cheias e algumas guerras.

Foi assim que chegou ao fim este fantástico fim-de-semana, espero que com este pequeno diário de viagem, tenha conseguido criar em cada um de vós, “o bichinho” de conhecer esta magnífica cidade portuguesa – Elvas!

 

 

Fim de Semana em Peso da Régua

Fui uma das vencedoras do Passatempo Repórter Exit e fui passar o fim-de-semana de 28 a 30 de Outubro no Hotel Régua Douro, no Peso da Régua.

Com um fim-de-semana de sol, a contrastar com uma semana de chuva, partimos para o Peso da Régua. Pelo caminho, observámos diversas paisagens de cortar a respiração. Quando nos aproximávamos do destino, começaram a surgir os primeiros socalcos do Douro, com as suas vinhas que tornam famosa esta zona de Portugal. Uma das mais antigas regiões vitícolas do Mundo mantem as suas características, produzindo assim um vinho universalmente conhecido. Este Património Mundial da Humanidade, assim classificado pela UNESCO, recebeu-nos ao final da tarde de sexta-feira, com o sol a desaparecer atrás de uma colina.

O Hotel Régua Douro fica localizado à beira do Rio Douro, uma localização fabulosa que nos permite não só observar a calma e beleza do rio pela manhã mas também passear a pé pela cidade. Na primeira noite, decidimos passear um pouco pela cidade e procurar um restaurante para conhecer a gastronomia local. Neste dia começava o Festival de Gastronomia do Douro, que decorre até ao dia 11 de Dezembro. Assim, aproveitámos para conhecer alguma da gastronomia do Douro, no Restaurante Douro In. Aqui, a carta de vinhos, como não podia deixar de ser nesta zona vinhateira, surpreendeu pela quantidade e qualidade.

No sábado, depois de um pequeno-almoço recheado e revigorante no Hotel, fomos conhecer a cidade. A Casa do Douro não estava aberta ao público devido a obras e decidimos seguir a rua até ao Museu do Douro. Este museu, também ele virado para o rio, apresentava uma exposição temporária sobre Dona Antónia Ferreira, conhecida como Ferreirinha, e sobre a sua vida e obra. Este museu é um dos mais bonitos que já visitei; por fora tem um barco rebelo, que era utilizado para o transporte do vinho até ao Porto. A exposição estava muito bem organizada e era deveras interessante. Gostava também de realçar que os funcionários do museu eram extremamente atenciosos e colocaram-se ao dispor para esclarecer dúvidas que tivéssemos.

Em seguida, fomos ao Solar do Vinho do Douro, onde visitámos a exposição permanente do Museu do Douro. Esta exposição era composta por imagens, vídeos e alguns objectos que explicam a história desta região, muito associada às vinhas e ao vinho.

Posteriormente, decidimos ir a Lamego e fazer uma visita ao Santuário da Nossa Senhora dos Remédios. A escadaria monumental e a vista sobre a cidade fazem valer a pena a subida. A Igreja por dentro, com o altar em talha dourada e um órgão antigo, é de rara beleza, merecendo também uma visita.

Para completar o nosso dia, dirigimo-nos a Vila Real, aproveitando para conhecer esta cidade da zona Norte do país. Aqui já existia um cheirinho a Natal, tendo visto as primeiras árvores de Natal deste ano.

Para terminar o dia em beleza, jantámos no maravilhoso Restaurante Panorâmico do Hotel Régua Douro, com música ao vivo. Ao som de um piano, podemos experimentar mais uma vez a gastronomia local, com vista para o Rio Douro.

No domingo pela manhã, depois de outro pequeno-almoço delicioso, despedimo-nos do Douro, filmando a sua beleza. Partimos em direcção a casa, já com saudades desta zona tão bela de Portugal.

Ana Teresa Pedreiro

Copenhaga: a cidade que repira beleza e sedução

Eram 7.30 da manhã quando entrámos no Aeroporto da Portela, fizemos de imediato o check-in, e fomos tomar o pequeno-almoço. Como tínhamos imenso tempo até à hora do voo fomos dar uma volta pelo aeroporto e parámos na Freeshop, nem demos pelas horas a passar, e qual o nosso espanto que quando estávamos na caixa para pagar ouvimos a chamarem pelos nossos nomes. Começámos a correr e quando chegámos à porta de embarque apenas vimos o avião pois as 2 senhoras que encontrámos (que por sinal eram muito simpáticas!) apenas nos indicaram o tapete para levantarmos as nossas malas. Nem queríamos acreditar que tínhamos acabado de perder o voo, mas nem tudo ficou perdido, apanhámos o voo da tarde (às 17.15h) e lá fomos nós até Copenhaga. Chegámos por volta das 22.30h (hora na Dinamarca), apanhámos o comboio e fomos directos ao hotel, e para acabar este dia muito cansativo ainda fomos dar uma volta pela cidade para recuperar as horas perdidas.

Na manhã seguinte comprámos um bilhete de autocarro (aqueles turísticos que dão a volta à cidade) e lá fomos nós para a aventura, a cidade é linda, com muitos jardins cheios de flores, bicicletas por todo o lado, enfim uma cultura completamente diferente da nossa. Foi um dia de muito cansaço e diversão, fartámo-nos de andar, depois para relaxar apanhámos um barco no Canal de Nyhavn e andámos a passear pelo rio Inderhavn, para terminarmos a noite fomos até ao Tivoli (parque de diversões). No dia seguinte continuámos a nossa visita e parámos numa pequena urbanização “hippie”

de nome Cristiania, um destino a visitar sem dúvida na Dinamarca, onde tudo é permitido, atenção que esta localidade é aconselhada a visitar de dia. Aqui tudo é diferente, as casas grafitadas, as pessoas com estilo hippie, calmas, divertidas, simpáticas. Em seguida fomos até ao centro de Copenhaga onde terminámos a tarde na City Hall (praça central) a assistir a espectáculos (todos os dias era um

diferente). Para acabarmos, à noite fomos até ao Hard Rock Café. O último dia foi para nos despedirmos desta maravilhosa cidade, de manhã ainda demos um passeio a pé e às 12h fomos fazer o check-out para partirmos para o aeroporto de Copenhaga. Devemos referir que o nosso hotel tinha uma localização fantástica, estávamos a 2 min a pé da baixa de Copenhaga. Para acabar esta viagem maravilha, o nosso voo atrasou 1 h (sorte que não tivemos no início!!!) e fomos dar uma volta enorme pois os nossos amigos Franceses lembraram-se de fazer greve. Para terminarmos este relato devemos indicar que a viagem foi muito gira e que a cidade de Copenhaga é um destino que aconselhamos a visitar.

Hugo F. Baptista

Fátima – Dom Gonçalo Hotel & Spa

Chamo-me Ana Catarino e fui a 20ª contemplada do passatempo Repórter. Ganhei um fantástico fim-de-semana para duas pessoas no Dom Gonçalo Hotel & SPA na cidade de Fátima.

Pelo que vou partilhar um pouco daquilo que vimos e do que se pode fazer nesta zona de Portugal.

O D. Gonçalo Hotel & SPA situa-se mesmo à entra de Fátima. É um hotel muito bem localizado e com uma decoração muito requintada e acolhedora. Os quartos são muito bem decorados e acolhedores. Os hóspedes têm acesso ao Dom SPA que é constituído por piscina, jacuzzi, banho turco, sauna e duche tropical, pode-se ainda usufruir do ginásio. Tal com é normal nos SPA também tem vários tratamentos de beleza e relaxamento disponíveis mediante pagamento. No que diz respeito ao pequeno-almoço achei que tinha muito boa qualidade a nível de fruta fresca, o resto da oferta era um pouquinho fraca, pois não tinha grande variedade. O restaurante “ O Convite” foi considerado uma das melhores cozinhas da região centro de Portugal embora nós não o tenhamos experimentado.

O nosso check-in no D. Gonçalo Hotel & SPA foi ao final da tarde de sexta-feira e como felizardos que somos o clima ajudou imenso, estava um final de tarde fantástico e ainda conseguimos aproveitar o resto da tarde para visitar o Santuário de Fátima.

A Vila de Fátima tem actualmente cerca de 8000 habitantes. Nela estão instalados vários colégios de ensino secundário. A capacidade hoteleira é de cerca 10000 camas, incluindo bastantes casas religiosas que recebem peregrinos e retirantes. As congregações masculinas são cerca de 15, com vários seminários e noviciados. As femininas são cerca de 47.

No recinto do Santuário pode-se encontrar a Basílica, Esplanada, Capelinha das Aparições, Capela do Lausperene, Azinheira grande, Monumento ao Sagrado Coração de Jesus, Albergue da Nossa Srª das Dores, Reitoria, Casa de Retiros da Nossa Senhora do Carmo, Muro de Berlim, Cruz Alta, Monumento ao Papa Paulo VI, Monumento ao Papa Pio XII, Monumento a D. José Alves Correia da Silva e Centro Pastoral de Paulo VI.

Pode-se ainda visitar o Museu de Arte Sacra e Etnologia, Museu Vida de Cristo e o Museu de Cera.

Para aqueles que não gostam de andar a pé podem fazer a visita em minitrain, ou seja, visita panorâmica a Fátima em ninicombóio, com 5 paragens – Santuário (zona norte e zona sul), Via Sacra, Valinhos e Igreja Paroquial de Fátima.

Nos arredores de Fátima mais precisamente em Aljustrel e Valinhos pode-se visitar: as duas casas dos Pastorinhos, a casa museu de Aljustrel, Valinhos, Loca do Anjo, Via Sacra e Calvário Hungáro.

Mas nós como somos amantes da natureza decidimos ir um pouquinho mais longe até S. Mamede e visitar as Grutas da Moeda que embora não sejam as mais profundas (atingem cerca de 45m) de Portugal são as mais extensas pois têm 350m visitáveis. Quanto a mim têm uma beleza incomparável. Já tinha visitado as Grutas de Mira d’Aire mas gostei muito mais destas. No final da visita somos convidados a provar uma aguardente de mel da região que é simplesmente divinal.

Daí seguimos para Portela das Cruzes para visitarmos o parque eco-sensorial da Pia do Urso, este é o único no mundo e foi pensado especialmente para proporcionar novas experiências e sensações aos invisuais. Inserido num cenário natural, absolutamente deslumbrante, aqui, todas as infra-estruturas foram preservadas, para manter a tradição. Desde as habitações, até ao espaço natural que envolve o percurso sensorial, mantiveram-se tipologias e matérias, que nos contam um pouco da história da região. É realmente espectacular e merece ser visitado especialmente para quem tem crianças.

A noite janta-mos no restaurante ‘A Grelha’ o qual consideramos ter grande qualidade. No que diz respeito à vida nocturna ficamos a saber que pouco há a fazer por estas bandas. Foi-nos recomendado um bar situadoem Casas Velhas chamado ‘I love beer’ com uma decoração muito engraçada, bom ambiente e indicado para amantes de cerveja pois tem todos os tipos e mais alguns de cerveja de todo o mundo. Por sorte nessa noite tinha música ao vivo com uma banda local.  Foi muito agradável.

No regresso a casa decidimos fazer mais duas paragens uma na Batalha e outra em Óbidos, dois sítios dignos de se visitar pois ambos são de uma beleza incomparável.

 

 

Reportagem – Cascais

Repórter em Cascais 10 a 12 de Junho 2011

Senhora da Guia Boutique Hotel

Sexta – Feira
A recepção ao Senhora da Guia Boutique Hotel, situado na costa de Lisboa, foi muito simpática desde o check-in até ao acompanhamento para o quarto. É um hotel de charme envolto de jardins elegantes, piscinas com água do mar rodeadas de um extenso jardim com solário e Spa que convidam a bons momentos de relaxamento. O quarto impressionou não só pelo seu conforto, decoração e cores vibrantes como a vista para o Oceano Atlântico que delicia qualquer olhar.

Depois de deixarmos as malas, um mergulho na piscina foi a melhor opção para o desgaste de umas divertidas horas de viagem pelo calor.

O restaurante escolhido para jantar foi o “Casa Velha”, um restaurante rústico e muito sofisticado situado na zona histórica de Cascais, do qual recomendo a paella, especialidade da casa, degustada na esplanada, perfeita para um jantar romântico a dois.

De seguida foi a vez de bebermos um cocktail no bar “Terrace Lounge” que proporciona também uma esplanada requintada, com fontes de água e vista privilegiada para a cidade. Nesta mesma zona reúnem-se vários restaurantes que no fim da noite passam a ser bares com música que prometem diversão pela noite fora. Um passeio pela baía de Cascais fechou o dia de forma perfeita.

Sábado
Pequeno-almoço servido na esplanada do restaurante do hotel com vista para o mar não podia ser melhor começo de dia, destinado para as visitas de carácter mais cultural e turístico que a cidade oferece e uma boa praia para o resto do dia.

No Museu Casa das Histórias Paula Rego encontra-se a exposição “My Choice”, obras seleccionadas por Paula Rego para a colecção British Council, assim como obras da sua autoria.

No Centro Cultural de Cascais encontra-se a agradável exposição “A última sessão Marylin Monroe” pelo fotógrafo Bern Stern com imagens inéditas da própria e onde também tivemos oportunidade de conhecer um dos coleccionadores que expõe na própria exposição livros e capas de revista da Marylin Monroe que foi juntando ao longo dos anos.

Visitamos também o Museu Conde Castro Guimarães e a sua arquitectura esplendorosa assim como a Marina de Cascais para uma pausa matinal refrescada por uma bebida.

O almoço foi no restaurante “Golfinho” na baixa histórica da qual recomendo as saladas variadíssimas. No Largo de Camões acontecia a feira do livro e comércio de artesanato de criadores da cidade.

O resto do dia foi aproveitado para os banhos de sol na praia do Guincho que tem uma linda vista para a Serra de Sintra e para o ponto mais acidental da Europa, o Cabo da Roca.

Depois do requintado jantar no “Dom Grelhas” na Casa da Guia, espaço comercial de contacto com a natureza e situado junto á costa, partimos para a zona história em busca dos famosos gelados da gelataria “Santini”. Este é um local que até se faz filas de clientes até á rua. Depois de o saborear percebi porquê: são deliciosos!

O final de noite foi no “Paradigma”, um bar/restaurante com um aspecto moderno e cool, decoração clássica e um simpaticíssimo serviço. Oferece boa música, óptimos cocktails e também uma vista para a vila que torna a experiencia ainda mais singular.
Agradeço pela oportunidade que me deu em conhecer Cascais, que se tornou mais do que esperava, desde os lindos parques que existem pela cidade até aos pontos mais turísticos assim como todo o espírito que a cidade emana.

Obrigado,

Pedro Castro

Diário de Viagem – Lisboa

Ao ter sido contemplado com um fim-de-semana em Lisboa, propus-me de imediato um desafio: como fazer turismo numa cidade para onde todos os dias me desloco para o emprego. Confesso que não é algo que já não me tivesse passado várias vezes pela mente, pois cruzo-me com imensos turistas na cidade e imaginava como deve ser agradável para eles desfrutar da nossa magnífica capital. Foi a partir deste desafio pessoal que planeei o fim-de-semana e vesti a pele do Repórter!

Na 6ª Feira, por volta das 22h00, chegámos ao Hotel Tryp Oriente, localizado no Parque das Nações, no qual ficámos muito bem instalados no 7º andar com uma vista espectacular para o rio e Parque das Nações, num quarto confortável e bem equipado.

Nessa noite, aproveitámos para fazer um pequeno passeio na zona, com direito a jantar no The Fifties, que como o próprio nome indicia, é um restaurante temático em torno dos anos 50 com música e cenário a rigor.

O dia seguinte amanheceu com previsão de chuva, o que aliás se confirmou em alguns períodos do dia. Após desfrutarmos do excelente pequeno-almoço no Hotel, iniciámos o nosso passeio pela capital. Optámos por utilizar os transportes públicos pois a rede de transportes na cidade é bastante abrangente e trata-se de uma opção menos poluente e bastante económica.

Partimos em direcção ao Castelo de São Jorge, situado na mais alta colina do centro histórico, no qual se consegue contemplar uma magnífica vista panorâmica sobre a cidade e o estuário do Rio Tejo. Ao percorrermos o interior do monumento, ao longo das suas muralhas e torres, é inevitável sentirmo-nos logo historicamente transportados no tempo.

De seguida, descemos a pé do cimo da colina até à Baixa, com o objectivo de visitar o Elevador de Santa Justa. Somos levados para o seu piso superior no interior de uma cabine de madeira, num processo mecânico de transporte, proporcionando ao visitante uma experiência fascinante que culmina na soberba vista observável no topo.

O forte vento e a chuva acompanhada de trovoada que se instalam sobre a cidade faz-nos equacionar se seria viável passarmos ao próximo ponto de visita, fazer um cruzeiro pelo Tejo. Porém, à medida que avançávamos em direcção ao Terreiro do Paço, as condições meteorológicas iam abrandando, o que permitiu prosseguirmos com o planeado. E valeu a pena, pois a experiência proporcionada pelo cruzeiro no Tejo foi bastante agradável. Durante duas horas, navegamos ao longo do rio, desde o Parque das Nações até Belém, num ambiente tranquilo a bordo com direito a bebidas, oferecendo-nos uma visão única da nossa capital vista do Rio Tejo. São paisagens magníficas captadas de uma perspectiva diferente, que confirmam a beleza da cidade.

Já de volta a terra firme, atravessámos a Praça do Comércio e entrámos em plena Baixa alfacinha, cuja envolvência e diversidade tanto prazer dá percorrer.

Continuámos a caminhar, rumo à Praça dos Restauradores, onde se encontra o Elevador da Glória, que liga esta Praça ao Jardim de São Pedro de Alcântara. Embarcámos de imediato no ascensor que estava prestes a subir e desfrutámos de uma viagem extraordinária, tão entusiasmante que tornámos a fazê-la no sentido oposto!

A seguir, atravessámos a elegante Avenida da Liberdade, uma das mais importantes avenidas da cidade e parámos junto à Praça do Marquês de Pombal, onde pudemos contemplar o imponente monumento a Marquês de Pombal e, na sua retaguarda, a extensa vertente relvada do Parque Eduardo VII que, no seu vértice, funde-se com uma grandiosa bandeira de Portugal hasteada elevando-nos o ego patriótico!

Após um dia onde muito se percorreu, a noite convidou a um ligeiro passeio pelo Parque das Nações, abrilhantado pelas diversas luzes que concedem um encanto especial a esta zona moderna da cidade.

No Domingo, depois de mais um delicioso pequeno-almoço e de efectuar o check-out no Hotel, rumámos para a zona de Belém. Iríamos iniciar o dia aproveitando o facto de, aos Domingos de manhã, a entrada ser grátis em alguns monumentos e museus.

Fizemos uma suave caminhada matinal junto ao rio, iniciando no Mosteiro dos Jerónimos indo até à Torre de Belém. Ao chegarmos à Torre de Belém, deparamo-nos com a magnitude deste monumento, ex-libris do património cultural português, dotado de uma admirável decoração exterior e de um interior extremamente interessante de visitar, como aliás pudemos constatar.

Infelizmente, por motivos alheios, a reportagem terminou mais cedo que o previsto. Fica a sugestão para visitarem, naquela zona, o Mosteiro dos Jerónimos, o Padrão dos Descobrimentos, o Centro Cultural de Belém, o Planetário, entre outros pontos de interesse, não terminando sem degustar os saborosos Pastéis de Belém.

Mas tanto mais ficou por visitar… A cidade de Lisboa oferece uma vasta diversidade cultural e de lazer, com inúmeros motivos de encantamento. Fica o desafio para elaborarem o vosso roteiro e explorarem ao máximo esta deslumbrante cidade!

Os meus sinceros agradecimentos  por me proporcionarem

este fantástico fim-de-semana!

Paulo Gouveia

 

ÉVORA – Crónica de uma aventura…

Não é por acaso que Évora foi considerada Património Mundial pela UNESCO. A sensação ao entrar nesta bela cidade muralhada é de deslumbre total… Nada foi deixado ao acaso. Todos os recantos têm uma beleza inigualável. De ressalvar a forma como esta bela cidade medieval está preservada. Simplesmente de uma forma exemplar. Parece tirada de um conto de fadas! Esta foi só a nossa primeira impressão da cidade!

Como não poderia deixar de ser, a sensação continuou assim que chegamos ao Hotel . O Hotel M’AR De AR Aqueduto é o hotel de 5 estrelas de Évora. Fica localizado no centro histórico, e tal como o nome indica, ao lado do Aqueduto da Água de Prata. Este boutique hotel ocupa o antigo palácio dos Sepúlveda, do século XVI. Extremamente bem adaptado aos tempos de hoje, com uma decoração moderna e de design. Possui uma capela, tectos abobadados e três janelas Manuelinas na fachada principal. Os quartos são extremamente confortáveis e bem decorados. Um dos pormenores a salientar é que entre a zona de banho e o quarto existe uma enorme janela de vidro, permitindo que a área de banho desfrute de luz natural, e dando também um charme particular aos quartos. O Hotel possui também um Spa, que disponibiliza uma vasta gama de tratamentos, bem como sauna e banho turco. Enfim, é um 5 estrelas. Não poderemos deixar de comentar a hospitalidade, amabilidade e profissionalismo do staff do Hotel.

Saímos para jantar, e mais uma vez fomos agradavelmente surpreendidas. Calcorreamos a calçada romana a pé, pelas estreitas ruas cheias de charme, e fomos ao famoso restaurante “um quarto para as nove”. Um espaço muito acolhedor e com gastronomia tipicamente alentejana, ou seja, extremamente rica. Fomos muito bem recebidas  pelo seu dono, o Sr. Daniel. Na variadíssima panóplia de restaurantes da cidade salientamos também a gastronomia e a arte de bem servir do restaurante “Quarta Feira” , onde tivemos também o prazer de saborear a arte de bem cozinhar alentejana.

Falando agora da nossa aventura a pé pela belíssima cidade de Évora, tudo seria de salientar, pois esta cidade histórica no coração do Alentejo é herdeira de um rico e variado património cultural, construído e preservado ao longo do tempo. Assim sendo, não poderemos deixar de salientar aqueles monumentos e locais que mais se destacam. O ex-libris da cidade popularmente conhecido como o Templo de Diana, mas na realidade designado por Templo Romano (Séc. I); a Catedral de Évora, consagrada a Santa Maria, edificada entre 1283 e 1308, edifício românico-gótico; o Largo Conde Vila Flor – Ruínas do templo romano, museu de Évora, biblioteca pública de Évora, Igreja e convento dos Lóios (pousada), Palácio dos Duques de Cadaval; a Praça do Sertório – Edifício da Câmara Municipal, Termas Romanas , Igreja e convento do Salvador; A Igreja e Convento da Graça; a mítica Capela dos Ossos; A Praça de Giraldo, enfim.

ÉVORA, toda ela é história, riqueza, cultura, charme…

Assim nos despedimos, mas com a certeza de querer cá voltar.

Reporter Évora – Ana e Magda

De 18 a 20 de Novembro de 2011