Escapadinha a Elvas

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O meu nome é Rui Lopes e fui o vencedor do fim-de-semana em Elvas, com estadia na fantástica Quinta de Santo António, de 30 de Setembro a 2 de Outubro.

Partimos de Lisboa na sexta-feira ao final da tarde, aproveitando os últimos raios de sol em direcção ao nosso querido Alentejo. Pelo caminho, e como a fome começava a apertar, decidimos parar em Évora para uma refeição ligeira, de forma a não chegarmos muito tarde a Elvas. Já com a barriga cheia, a distância que separa Évora de Elvas pareceu muito menor do que na realidade é, pelo que a chegada ao destino aconteceu por volta das 22h15.

É bastante fácil chegar à Quinta de Santo António, pois fica perto da auto-estrada e está muito bem sinalizada ao longo de todo o caminho. Um pouco mais difícil foi encontrar a entrada para a recepção, pois nem o fantástico céu estrelado foi suficiente para descobrirmos a entrada correcta, pelo que tivemos mesmo de fazer um pequeno telefonema para a recepção, a pedir indicações. E afinal, a entrada estava mesmo quase à nossa frente…

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Fomos muito bem recebidos pelos funcionários da Quinta de Santo António, que prontamente nos indicaram o nosso quarto e de forma simpática nos acolheram. Todos os quartos tinham um nome, sendo que o nosso foi o “Quarto da Paula”. Possuía um mobiliário de estilo clássico, mas ao mesmo tempo bastante acolhedor, reportando-nos para a decoração antiga mas tipicamente alentejana. Após a viagem e uma semana de trabalho, decidimos ir dormir cedo para melhor podermos aproveitar os dias seguintes.

No sábado, optámos por acordar cedinho e, após um reconfortante pequeno-almoço no hotel, seguimos em direcção ao centro de Elvas para obter mais informações sobre a cidade no posto de turismo, onde fomos extremamente bem recebidos e nos deram todas as informações e mapas necessários para conhecer a cidade. Após um cafezinho numa das esplanadas no largo onde se situa o posto de turismo, e com vista para a Antiga Sé de Elvas, resolvemos percorrer a cidade, até subirmos em direcção ao Castelo e ter uma primeira visão global do que tínhamos para visitar. Infelizmente, deparámo-nos com as portas do Castelo fechadas mas apesar do calor, valeu a pena o passeio e a descoberta de todos os pequenos detalhes (o Monumento aos Combatentes da Grande Guerra, o Cemitérios dos Ingleses, as várias portas da cidade, as suas muralhas, etc).

Após uma primeira vista panorâmica da cidade, decidimos ir até um dos fortes que Elvas possui – Forte da Graça – onde é impossível não ficar deslumbrado com a grandiosidade desta antiga fortaleza. Construído no séc. XVIII para proteger a cidade, a disposição das muralhas fazem este forte parecer uma estrela, algo que é possível constatar nas fotografias de vista aérea do local. Apesar de se encontrar abandonado, respira-se história em cada muralha, enquanto se sobe até ao topo do Forte.

A hora de almoço aproximou-se rapidamente e decidimos parar num restaurante para descansar um pouco e refrescar as ideias, porque o calor que se fazia sentir era o calor típico de um mês de Agosto. No entanto, não havia tempo a perder e voltámos novamente para as ruas da cidade, onde encontrámos monumentos tão belos quanto diversos, como a Estátua do Rei D.Manuel I, o qual no séc. XVI concedeu o foral à cidade de Elvas; a Fonte e a Igreja de S. Lourenço, na qual se destaca na parte frontal um painel de azulejos do séc. XIX com a imagem de S. Lourenço ou a Torre Fernandina, construída no séc. XIV. Para terminar a visita cultural do dia fomos até ao Convento de S. Domingos que, apesar de ter sido fundado em 1267, tem hoje uma fachada barroca, restando do séc. XIII apenas a cabeceira. Foi-nos permitido visitar a Igreja que tem um interminável número de obras de arte no qual vale a pena “perder tempo”: começando pelos vários altares laterais; os painéis de azulejos a retratar a vida de S. Domingos, as imagens em tamanho real da crucificação de Cristo assim como de Nossa Senhora a rezar o terço e terminando no altar central de estilo gótico. Tudo vale a pena e está recheado de história com pequenas explicações em cada uma das obras para mais facilmente localizar os visitantes relativamente ao que estão a ver.

Após a visita ao Convento de S. Domingos resolvemos voltar ao ponto de partida, para aproveitar todo o espaço exterior que a Quinta de Santo António tem para oferecer, culminando com a piscina, pois o tempo quente convidava a um mergulho.

Para terminar o dia fomos até ao restaurante “Adega Regional”, mesmo no centro de Elvas para um jantar típico alentejano, onde fomos extremamente bem servidos, e da melhor forma dar por concluído o 2º dia deste fim-de-semana.

Como tudo o que é bom acaba depressa, rapidamente chegámos ao último dia do nosso fim-de-semana, e com a agravante que tínhamos compromissos inadiáveis em Lisboa durante a tarde, por isso tínhamos que aproveitar cada minuto. Após o pequeno-almoço reforçado na Quinta de Santo António, partimos uma vez mais rumo ao coração de Elvas. Neste passeio matinal, fotografámos a Igreja de Nossa Senhora da Assunção, que foi sede do Bispado de Elvas entre 1570 e 1881; fizemos um novo passeio pelas muralhas, onde foi possível avistar alguns tanques de guerra que continuam exposto para observação; assim como alguns passos da Via Sacra, maravilhosas peças de arte com azulejos e uma tela que representam as partes da Via Sacra e foram construídos durante o séc. XVIII e que se encontram distribuídos por vários pontos da cidade.

Com este passeio despedimo-nos da cidade de Elvas, mas ainda com tempo de visitarmos a vizinha Campo Maior e o seu castelo, assim como fazer um desvio até às margens do Guadiana onde foi possível ver a Capela da Ajuda, assim como as pontes (antiga e moderna) que ligam Elvas (Portugal) e Olivença (Espanha), que são cidades irmãs. A ponte antiga foi mandada construída pelo rei D. Manuel I em 1510, mas encontra-se parcialmente destruída após vários Invernos rigorosos, cheias e algumas guerras.

Foi assim que chegou ao fim este fantástico fim-de-semana, espero que com este pequeno diário de viagem, tenha conseguido criar em cada um de vós, “o bichinho” de conhecer esta magnífica cidade portuguesa – Elvas!