A GeoStar e a Mainan unem-se para fazer sorrir Lombok

 

O terramoto na Indonésia, em Agosto de 2018, deixou um rasto de destruição em Lombok… levando tudo o que as pessoas tinham.
Sendo um dos destinos mais aliciantes, paradisíaco e muito procurado pelos portugueses, era impossível ficarmos indiferentes.
Decidimos ajudar o projecto Mainan a criar sonhos e a levar alegria a todas as crianças que perderam tudo. Conheça este projecto pelas palavras da Rita Xavier, responsável pela Mainan.

“O projecto Mainan nasce de uma vontade de fazer a diferença, criar sonhos e acreditar num mundo melhor. Decidi criar este projeto depois de cinco dias numa ilha muito especial na Indonésia, onde tento voltar sempre que consigo para repor a autenticidade em que acredito.

Este ano enquanto estava nesse canto do mundo tão especial com as crianças que já são “minhas” e para quem todos os anos levo roupa, sapatos e este ano brinquedos a terra tremeu e destruiu Lombok (outra ilha da Indonésia). Três abalos fortes levaram tudo o que aquelas pessoas tinham, como explicava as crianças em Lisboa, se a nossa casa cair perdemos o que? Tudo – respondiam eles. Quando regressei a Portugal tinha um sonho, uma ideia, e uma voz que me dizia que não podia ficar parada, organizei uma campanha em parceria com 7 escolas e ainda com a ajuda da marca Knot.

Visitei cada escola, contei as crianças o que vivi na Indonésia e como precisava da ajuda de cada um para concretizar o sonho destas crianças. Juntos conseguimos juntar seis mil brinquedos, que embarcaram para a Indonésia com o intuito de mudar o mundo daquelas crianças. Os brinquedos embarcaram com destino a Indonésia e 10 dias depois embarcamos nós, seis voluntários com muita vontade de mudar nem que seja por um dia a vida daquelas crianças, que nada tinham. Chegamos a Lombok e o nosso coração parou por pequenos instantes. A realidade que se vivia nesta ilha era dura. A destruição em que estas pessoas viviam,  falta de condições sanitárias, o calor dentro das suas “casas” (perto de 50 graus), a água que levava os colchões quando chovia foi o cenário que nos acompanhou todos os dias durante a nossa missão.  As famílias neste momento vivem em tendas por cima ou ao lado dos destroços das suas antigas casas. No meio disto tudo encontramos algo que nunca achamos possível. As crianças mais incríveis, os sorrisos mais inspiradores, e um olhar de esperança face a tudo o que se passava na vida delas. Um povo com vontade de lutar para reconstruir a sua vida mesmo que sem ajuda do governo.

O nosso projeto era sobre crianças, de crianças para crianças. Brincadeira e brinquedos.  Os 6000 brinquedos  que recolhemos em Portugal, oferecidos por crianças e adultos nunca chegaram. Infelizmente, o governo Indonésio foi corrupto o suficiente para nos tentar travar e pediu-nos 35mil USD para desalfandegar os brinquedos. Nós, sem capacidade nem vontade de pagar esse dinheiro decidimos bater o pé e lutar contra eles de frente, pois num país que de tanta ajuda precisa, a ganância e a corrupção prejudicam milhares.

Continuámos na Indonésia a lutar contra governos e alfândegas a tentar salvar os nossos 6.000 brinquedos, os nossos 6000 pequenos sonhos. Eles pediram papéis e documentos, burocracia atrás de burocracia, e nós corremos mundos e fundos para os arranjarmos. Mas sempre que arranjávamos um, eles pediam outro. No final desta luta já não pediam “só” 35 mil USD como também pediam mais 21 mil USD de taxas de armazenamento. Vimo-nos forçados a desistir dos milhares de sonhos que queríamos entregar às “nossas” crianças, tivemos do nosso lado a Embaixada Portuguesa em Jakarta e a embaixada Indonésia em Portugal, mas ninguém conseguiu ajudar. Não conseguimos entregar brinquedos, mas não desistimos.

O nosso trabalho foi Trauma Healing, passamos dias a jogar jogos, arrancar sorrisos, conhecer sonhos, jogar futebol, dançar, cantar e partilhar momentos que nos faziam esquecer o que nos rodeava. Visitamos toda e qualquer vilas que tínhamos planeado visitar e entregar brinquedos, brincámos com as crianças e durante um dia demos-lhe aquilo que eles não tinham há muito tempo, atenção.

Como tudo na vida, o material é o menos importante e por isso mesmo, a nossa missão foi um sucesso, criámos muitos sorrisos, recebemos muitos abraços, beijinhos e lágrimas, mas acima de tudo, conseguimos fazer a diferença na vida destas crianças e mudar o mundo delas. Cimentamos o importância da brincadeira em vez do brinquedo e do tempo que se dá em vez do  material.

Este novo ano vai ser cheio de desafios bons para a Mainan, deste projeto nasceu uma consultora de responsabilidade social chamada At.man que tem como intuito ajudar as empresas a investir com impacto na mudança do mundo em que vivemos. A At.man e a Mainan vão fazer uma exposição no mês de Março onde vamos partilhar com todos os que nos ajudaram os momentos únicos que vivemos.  Na exposição todas as fotografias vão estar a venda de forma a juntar fundos para pagar custos da primeira missão e ainda construir oito escolas em Lombok, a ideia é voltar para deixar um marco da nossa passagem e devolver a estas crianças algo com que muito sonham…uma escola.

Convido todos a acompanharem o nosso projeto nas redes sociais e assim irem vendo cada passo que damos neste nosso sonho de mudar a vida das crianças de Lombok.”

Rita Xavier
Mainan

Volta ao Mundo com a Liza – Carta 55 da Liza à GeoStar

São 5h50 da manhã e já estou na rua, depois de um delicioso pequeno almoço e de um grande banho.
A rua está escura mas o dia não tardará a nascer.
Percorro as ruas da cidade, atravesso o rio Yarra e os bairros a sul do rio em ziguezague. Cada dia passo em ruas diferentes para não me escapar nada.
O sol decide nascer precisamente quando chego ao Albert Park, o meu parque favorito de Melbourne.
Com um lago com 6 kms de diâmetro, morada de uma dúzia de famílias de cisnes negros, este parque é lindo a qualquer hora do dia.
Há alturas em que se vê a cidade reflectida na água. Outras há em que é o lago que dá côr aos prédios da cidade.
Mas este nascer do sol, este nascer do sol foi um dos momentos mais mágicos das últimas semanas. Senti-me tão abençoada!
Que sorte ser suficientemente louca para ir a pé em noite cerrada!!
Neste parque descalço-me e caminho na relva. Li que faz bem à saúde e a verdade é que é saboroso!
As 7:30 começo os preparativos para receber novos hospedes nesta casa perto da praia.
Cerca de 20 quartos, sala, cozinha…há que pôr tudo em ordem para receber e bem.
E assim passam 8 horas num ápice!
Se o tempo está bom, às 15h estou na praia, que fica mesmo ali ao lado. O cansaço põem-me a dormir de imediato.
Não há nada mais recuperador do que um sono na praia e um banho de mar.
Dali sigo para o Hostel onde vivo.
Jantar e uns copos com amigos e termino o dia com a sensação de que a minha vida é perfeita!
Há outros dias porém em que tenho as manhãs livres. Nesses, habitualmente, faço turismo por esta cidade que me surpreende todos os dias!
Às 17h começo os preparativos para manter tudo impecável para os outros cerca de 400 hóspedes que vivem comigo. 30 casas de banho, uma cozinha grande, um terraço maravilhoso e gigante e muita, muita lavandaria, ocupam-me as 8 horas seguintes.
Sou acarinhada por todos, sem excepção, que agradecem, a toda a hora, tratar do seu bem estar.
Chego à cama com uma maravilhosa sensação de dever cumprido e, uma vez mais, de que tenho a vida que sempre sonhei!
A vida simples assim é tão boa!
Nunca estive tão em forma sem ir ao ginásio. E nunca me senti tão leve.
Melbourne tem eventos culturais todos os dias, tem músicos espalhados pelas ruas, tem Museus gratuitos, Mercados várias vezes por semana.
Melbourne é uma cidade grande, mas não é igual a todas as cidades grandes. Melbourne é especial. Muito especial. E eu estou enamorada por ela e pela vida que tenho.
Deixo-vos com algumas fotos. Vejam se não tem qualquer coisa esta cidade.

Liza

Fim de Semana em Penafiel

Diário da viagem a Penafiel

E já passava da meia-noite de sexta-feira quando saímos de Lisboa em direcção a Penafiel para desfrutar de um fim-de-semana fantástico.
A viagem até Penafiel foi tranquila e perto das 3 da manhã avistámos a tão esperada placa : Bem-vindo a Penafiel! Tivemos que pedir ajuda ao hotel para o localizar uma vez que as placas de sinalização foram retiradas. Sem a preciosa ajuda do recepcionista teríamos andado às voltas à procura do hotel!

Foi-nos atribuída a Suite que é realmente fantástica! Frutinha e água fresca no quarto era mesmo o que estávamos a precisar depois de uma longa viagem de carro. Soube muito bem esta recepção fantástica!

Antes de irmos explorar a cidade e arredores foi-nos servido um pequeno-almoço delicioso no quarto devido à hora tardia de chegada. Soube mesmo bem! Podíamo-nos habituar a esta vida facilmente :)
Das muitas janelas da nossa suite avistávamos a Bracalândia que apesar de manter o nome, está agora em Penafiel. Decidiram não mudar o nome para “Penafielândia” apesar da nova localização. Montanhas russas e roda gigante é um passeio simpático para se fazer em família.

Após a visita da Igreja Matriz bem bonita por sinal e de um passeio pelo parque da cidade, almoçámos num restaurante local. Pessoas simpáticas e gastronomia deliciosa. O povo de Penafiel é bastante hospitaleiro e não faltavam dicas do que podíamos visitar nesta magnifica cidade. Tínhamos uma sessão de massagens reservadas no Penafiel Park Hotel & Spa pelas 17H00 portanto o tempo era pouco para explorar a região.
Decidimos no entanto, alterar o horário das massagens para mais tarde de forma a poder desfrutar melhor dos passeios que queríamos fazer e como tal, ainda demos um saltinho a Guimarães, berço da nação e a Braga. Ficámos maravilhados com a beleza do norte de Portugal, cidades coloridas e em flor!

De regresso ao hotel aproveitámos o Spa maravilhoso e as massagens souberam mesmo bem! Para terminar o dia jantámos no restaurante bufet do hotel, uma selecção magnifica de pratos tradicionais e gastronomia portuguesa para fortalecer do óptimo dia passado a visitar esta região que tem muito para oferecer.

Temos que voltar com mais tempo para explorar o que falta (que é bastante) mas este fim-de-semana foi de facto uma óptima prenda para abrir o apetite a uma próxima visita!

Obrigada Penafiel Park Hotel & Spa pelos momentos fantásticos que nos proporcionaram.

 

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Carla

Fim de Semana em Lamego

Olá! Vou contar a experiência que pude desfrutar, no Hotel Lamego 4*, e roteiro que escolhi pelo norte do distrito de Lamego.

Por não poder desfrutar da primeira noite saímos bem cedo no Sábado, por estradas nacionais sem perder o rio douro de vista, até à Régua, e depois seguindo em direcção a Lamego, cruzando montanhas e vales.

Já em Lamego, facilmente encontramos o Hotel Lamego 4*, a pouco mais de 500m do centro, realizado o check-in desfrutamos de um excelente e apetitoso pequeno-almoço buffet.

Mais tarde, a meio da manha partimos á descoberta do norte do belíssimo distrito de Viseu, único do país que não tem fronteira tanto com Espanha como com o mar, nesta região onde o Douro se cruza com as Beiras, podemos encontrar Monumentos importantes e uma bela paisagem serrana.

Voltando ao nosso passeio, durante a manha ficamos a conhecer os concelhos de Lamego e Tarouca, onde não podemos deixar de visitar santuário Nossa Senhora dos Remédios, Sé distrital, alguns conventos e as caves do vinho Murganheira.

Na parte da tarde, vistamos os conselhos de Moimenta da Beira: onde se encontra a Serra de Leomil e a nascente do Rio Paiva, Tabuaço: onde já se avista o Rio Douro e parte da Região Demarcada Alto Douro Vinhateiro e Armamar onde entre muitos Miradouros se pode encontrar considerado por muitos o que tem melhor vista sobre o Douro, com a Régua a seus pés e Lamego à vista, e descendo a montanha se pode desfrutar de um maravilhoso passeio à beira rio, com a Régua na outra margem.

Chegados ao Hotel ao fim do dia, aproveitando o facto de nesse mesmo fim-de-semana se realizar a Feira Medieval de Lamego, fomos jantar retrocedendo no tempo até à Idade Média, e visitar o castelo de Lamego.

Domingo, ultimo dia desta maravilhosa visita ao Douro, depois acordar e poder desfrutar de uma bela vista a partir da janela do quarto para a Serra, partimos rumo a uma freguesia chamada Samodães, para que como amantes do pedestrianismo, pudéssemos desfrutar de um percurso pedestre pelos socalcos das vinhas, descendo 400m de altitude mesmo até perto do rio e depois de volta à aldeia por entre as vinhas, sempre avistando o Vale do Douro.

Depois do almoço piquenique, já a caminho do Porto passamos ainda por mais dois dos concelhos de Viseu: Resende: onde se pode visitar as caldas de Aregos e o Mosteiro da Senhora de Caraque e Cinfães com uma vista privilegiada sobre o douro.

Termino assim esta reportagem, com um muito obrigado à GeoStar e ao Hotel Lamego 4* pela excelente recepção.

Pedro Areias

Helsínquia – cidade acolhedora

Helsínquia é um local de eleição para visitar, uma vez que é uma cidade acolhedora e com uma vertente cultural significativa, presente em todas as esquinas.

É uma cidade costeira, banhada pelo Mar Báltico, com cerca de 300 ilhas, fundada em 1550 por Gustavo I da Suécia. É constituída por inúmeros parques e jardins onde se pode andar a pé, praticar inúmeros desportos ou simplesmente relaxar ou conviver, num ambiente sossegado.

É uma cidade plana que, aliada à disposição das ruas e à preocupação na construção de passeios com faixa para peões e bicicletas, permite facilmente deslocações através destes dois meios, por toda a cidade.

Denota-se uma íntima ligação entre a arquitectura e a religião, como se pode constatar pela imponente Catedral Luterana, presente em frente à praça do Senado, com um estilo Neoclássico ou pela Catedral Ortodoxa Uspenski com um estilo bizantino-russo.

Além da obrigatoriedade de visitar estas duas catedrais numa visita a Helsínquia, aconselhámos também a visitar a Praça do Mercado, uma agitada feira diária onde se pode descobrir de tudo um pouco, desde um pequeno-almoço recheado a produtos típicos finlandeses.

Devido à enorme riqueza cultural, a cidade está repleta de museus que retratam a história e as características da Cidade e do País. No museu de arte podemos encontrar a mais vasta colecção de arte da Finlândia, desde 1750, incluindo muitos tesouros nacionais. O museu da cidade retrata a história, da mesma, dos passados 450 anos, mostrando filmes diariamente. O museu nacional da Finlândia exibe a vida finlandesa desde os tempos pré-históricos até aos actuais. Existem ainda inúmeros museus a visitar, tais como o museu de arte contemporânea (Kiasma), museu de história natural ou museu do design.

O templo da Roca é outro marco turístico de Helsínquia. Esta é uma igreja envolta em rocha, merecedora de visita.

Declarada Património da Humanidade pela UNESCO desde 1991, a ilha fortaleza de Suomenlinna encontra-se a meros 30 minutos de distância da cidade. A vasta fortaleza pode ser explorada a pé. O ponto turístico e o museu permitem o conhecimento da história de toda a fortaleza e pode guiar os turistas na visita pela ilha.

Por tudo o apresentado anteriormente, pela deliciosa comida típica, pela tradicional sauna e por neste país se encontrar gente simpática, acolhedora e com um enorme sentido cívico, aconselhamos este, como um destino a ter neste período de Verão.

Samuel Oliveira

 

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Repórter no Fundão

Já passava das 23 horas do dia 17 de Junho quando chegámos ao Fundão. Encontrar o Hotel Príncipe da Beira foi tarefa fácil. Bem localizado, junto a um dos acessos da A23, e com muitas placas indicativas, o edifício dá nas vistas pela arquitectura moderna e bem enquadrada.

O dia tinha sido quente em Lisboa mas na Beira Baixa soprava uma brisa fresquinha que nos fez entrar depressa no Hotel. A primeira impressão é a de um ambiente moderno e acolhedor, ao nível de um 4 estrelas. Na recepção, esperava-nos um sorriso simpático e um cartão que nos deu acesso à suite onde ficámos.ar

Do outro lado da porta, no terceiro piso, encontrámos uma suite muito espaçosa, com uma decoração simples mas acolhedora. O destaque vai para uma banheira de hidromassagem, numa zona do quarto que tinha uma clarabóia através da qual era possível admirar o céu limpo e estrelado da Beira Baixa.

Castelo Novo, uma “comovedora lembrança do viajante”

O sábado amanheceu solarengo. Da janela do quarto via-se a principal característica da região – as paisagens infinitamente verdes.

No piso 0 do Hotel esperava-nos um óptimo pequeno-almoço, numa sala moderna com uma vista magnífica para a Serra da Estrela. Saboreámos uns pãezinhos e uns croissants com uns divinais doces de cereja e morango, acompanhados por sumos naturais.

A manhã já ia a meio quando iniciámos o nosso passeio pela zona. A primeira paragem foi Castelo Novo, uma aldeia histórica que pertence ao concelho do Fundão.

São vários os pontos de interesse. Destaco o Castelo que, além de favorecer o repovoamento, terá tido como função a defesa do terreno da fronteira e a organização das vias de circulação da região. Com o que resta da estrutura, ainda é possível imaginá-la em pleno funcionamento!

Nos Paços do Concelho, no centro da aldeia, é possível visitar a Casa da Câmara e a Prisão, de traça romântica, construídos no século XIII. No interior há um pequeno Museu, onde encontrámos moedas e utensílios da época.

Saímos de Castelo Novo a perceber e concordar com José Saramago, que sobre a aldeia escreveu: “É um favor que o viajante vai ficar a dever até ao fim da vida. A esta hora do dia, sob esta luz miraculosa, não pode haver paisagem que se compare. (…) Castelo Novo é uma das mais comovedoras lembranças do viajante”. A placa com as citações está no Museu. Vale a pena ler e guardar.

Alpedrinha, uma pitoresca vila

A paragem seguinte foi Alpedrinha, também no concelho do Fundão. Pudemos admirar as casas senhoriais, fontes e capelas e um centro histórico muito bonito.

Deambulámos pelas ruas estreitas e arranjadas da localidade. Aqui e ali havia canteiros com flores de cores garridas, roupa estendida ao sol, janelas abertas de par em par a lembrar que há quem viva nos locais onde fazemos turismo.

Aproveitámos para almoçar, num pequeno café com uma esplanada apelativa. Uma hora depois, estávamos dentro do carro. Próximo destino: Monsanto.

 

Monsanto, a aldeia mais antiga de Portugal

Eram 16h00 quando chegámos a Monsanto. O calor fazia-se sentir, lembrando que estávamos no interior do país.

Casas inteiramente de pedra granítica e uma elevação escarpada tornam única esta aldeia. Há vestígios de presença humana desde o paleolítico. É por isso que é conhecida como a aldeia mais antiga de Portugal. Verdade ou não, é certo que a subida ao cimo da localidade é imperdível.

A mais de 700 metros de altura, a paisagem fez-nos suster a respiração. Uma imensidão de verde, cortado aqui e ali por estradas que serpenteavam os montes. Por ali ficámos uns largos minutos, a aproveitar a vista que nos relembrou que Portugal tem mil e um cantos para explorar. Basta pormo-nos a caminho e deixarmo-nos surpreender.

 

Fundão e uma surpresa gastronómica

Para jantar regressámos ao ambiente citadino. Numa das avenidas principais do Fundão encontrámos o restaurante Hermínia. Um aspecto acolhedor convenceu-nos a entrar.

Fomos presenteados com umas deliciosas espetadas de porco preto na brasa, acompanhadas por esparregado e batatinhas. Para beber uma sangria fresquinha e para finalizar… um petit gateau!

Acabámos o dia no Teixoso, uma freguesia da Covilhã, onde uns amigos nos esperavam para uma noite de bailarico!

 

Covilhã, paredes meias com a Serra da Estrela

Domingo acordámos mais tarde do que tínhamos planeado mas ainda houve tempo para repetir o maravilhoso pequeno-almoço que já conhecíamos da véspera.

Depois do check-out e de um “até breve” sentido, seguimos para a Covilhã, terra da indústria de lã. Tivemos tempo de conhecer uma cidade muito desenvolvida, com um claro “empurrão” da Universidade da Beira Interior que veio dar vida nova à cidade.

Na Covilhã estivemos a apenas 20 quilómetros do ponto mais alto de Portugal Continental, a Torre, na Serra da Estrela. Com muita pena, já não houve tempo para subir mas, temos a certeza, oportunidades não faltarão.

Despedimo-nos da região, não sem antes parar à beira da estrada para comprar uma caixa de cerejas grandes e saborosas, que tanto caracterizam a zona nesta altura do ano. E o que melhor podíamos trazer para Lisboa?

Fim de Semana em Setúbal

Olááá!

Chamo-me João Pedro e fui um dos contemplados do passatempo repórter. Ganhei um fantástico fim-de-semana para duas pessoas no Hotel Sado na cidade de Setúbal e aliado a este prémio ainda tive o desafio de elaborar uma foto reportagem através da página do Facebook.

Vou partilhar um pouco daquilo que vimos, vivemos e experimentamos…

O nosso check-in no Hotel Sado foi ao final da tarde de sexta-feira e como felizardos que somos o clima ajudou imenso, estava um final de tarde fantástico e conseguimos usufruir da enorme esplanada do hotel com uma vista panorâmica de toda a cidade.

As refeições, optámos por fazê-las fora do restaurante do hotel embora este fique no 8º Piso com a Cidade, a Serra da Arrábida e o Rio Sado de fundo, o que por si só já me parece bastante apetecível.

Para o jantar de sexta-feira escolhemos o Restaurante Novo 10 que situa-se sensivelmente a meio da Avenida Luísa Todi. Pedimos um prato de carne (Bife da Vazia) e outro de peixe (Dourada Escalada) e não conseguimos escolher o melhor, ambos fantásticos! De seguida passamos pelo Laranja, um bar com uma esplanada maravilhosa onde experimentámos o famoso Moscatel de Setúbal (experimentem com um pouco de sumo de limão).

O dia seguinte começou com o pequeno-almoço no hotel e uma visita pela cidade. Começamos pela Avenida Luisa Todi e pela Baixa da cidade onde conhecemos o Largo do Bocage que fica muito perto do centro da baixa da cidade, junto à igreja de São Julião.

Tivemos a oportunidade de visitar o Museu do Trabalho Michel Giacometti e de ver apenas por fora a Igreja do Largo de Jesus (penso que está em reconstrução).

O almoço foi o tradicional Choco Frito na Casa Santiago, restaurante também conhecido como o Rei do Choco Frito. Este situa-se nas Fontaínhas, junto ao porto de embarque dos ferry boats que fazem a travessia Setúbal – Tróia.

Depois de esta manhã e almoço muito bom foi tempo de rumar à Serra da Arrábida e às suas fantásticas praias. No regresso ao final do dia tivemos oportunidade de conhecer o Forte de São Filipe. A noite de Sábado foi passada em dois locais, um deles chamado Pérola da Mourisca (Restaurante fora da cidade mas com uns petiscos muito muito bons) e num bar chamado Avenue com gente bonita, boa música, muita diversão e uma varanda enorme com vista para o Rio Sado.

Foi um fim-de-semana muito bem passado, com boa gastronomia, monumentos bonitos, diversão, praia, natureza e claro, muita diversão.

Obrigado GeoStar!!

João Rebelo e Ana Peralta

 

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Escapadinha ao Porto

Reportagem – PORTO – Carlos Coelho

 

E finalmente chegou o fim-de-semana para conhecer a cidade do Porto!
Chegámos ao Hotel Tiara Park na noite de Sexta-Feira, já perto da meia-noite. Estacionámos o carro mesmo em frente ao Hotel (apesar do Hotel ter parque de estacionamento próprio, não quisemos arriscar por não saber o preço) e logo um Porteiro veio ter connosco para levar toda a bagagem ao nosso quarto!

Entramos no lobby do Hotel e parece que estamos num filme sobre Nova Iorque: no bar, alguns executivos bebem cocktails, há comissários de bordo e hospedeiras a chegar, ouvem-se várias línguas e no check-in, o simpático recepcionista oferece-nos um cálice de Vinho do Porto!

O quarto que nos foi reservado fica no 10.º andar – 1019 , é bem espaçoso e com pormenores deliciosos: há um prato de fruta fresca, 2 chocolates e um livro para nós, cortesia do Hotel; e no quarto-de-banho há uma balança digital!

Acordamos no Sábado para o pequeno-almoço (que é servido das 6h às 11h) e no bar há várias mesas de buffet bem recheadas: há uma mesa só com pães e pastelaria, uma mesa só com fruta, há até panquecas e crepes e… champanhe fresca! Se calhar, não vamos usar a balança do quarto…

Apesar do dia nublado, saímos ansiosos para o nosso primeiro destino: a Sé do Porto! Fomos de carro, apesar de haver também a possibilidade do autocarro e metro, bem perto do Hotel. O estacionamento não é difícil no Largo da Sé e pode-se visitar o interior da catedral gratuitamente (nós chegámos no horário da missa diária, das 11h). Ao lado da Sé, existe um posto de Turismo o que é muito útil. A vista sobre a Baixa é impressionante: vislumbra-se uma panorâmica de todos os telhados, com a torre dos Clérigos a destacar-se no meio!

Deixámos o carro e vamos a pé para o centro da cidade: a Avenida dos Aliados, cada vez mais limpa e europeia.

Hora de almoço na esplanada do histórico Café Guarany e continuamos o passeio a pé na zona envolvente que está cada vez mais na moda: Rua dos Clérigos, Rua das Galerias de Paris, Jardim da Cordoaria, Estação de S. Bento, Mercado Ferreira Borges…

A meio da tarde, decidimos ir resgatar o carro ao Largo da Sé e cumprir o nosso plano original: descer a marginal do Porto e passar o resto do dia na Foz do Porto! Só não podíamos era fazer praia, mas o mar agitado tem também o seu encanto… Ficamos por uma caminhada na Foz e uma paragem na esplanada do restaurante Shis, onde comemos umas tostas e scones tardios que nos tiram a fome para o jantar!

Voltamos ao Hotel à noite e é altura de aproveitar o Clubbing das noites de Sábado na Casa da Música!

Manhã de Domingo: o dia continua igualmente nublado e o pequeno-almoço igualmente irresistível…

Há que queimar as calorias e vamos até aos Jardins de Serralves, não longe do Hotel, e a entrada é gratuita ao Domingo de manhã! Há muitas famílias por aqui a fazer o mesmo e dizem-nos que é já um rumo obrigatório aos Domingos.

Daí, vamos para o Solar do Vinho do Porto, que faz perto do Circuito Romântico no Porto… O solar está fechado (já não vamos poder fazer uma prova de Vinho do Porto cá…), mas há várias pessoas que aproveitam os Jardins circundantes para a ginástica matinal. A vista sobre o rio é impagável e a calma destes jardins contrasta com o movimento da cidade: parece que estamos no campo!

Daqui seguimos para o Palácio do Freixo, onde aí sim podemos tomar o nosso cálice de Vinho do Porto e numa esplanada mesmo em cima do rio!

Esta belíssima Pousada do Porto está aberta ao público em geral, e respira glamour logo à entrada, com tectos decorados à la Capela Sistina!

Hora de almoço, na marina do Freixo, mesmo ao lado do Palácio, onde pudemos apreciar um peixe grelhado à moda da casa, com vista sobre o rio e as pontes.

Não há maneira das nuvens desaparecer, mas vamos manter-nos fiéis ao nosso plano original: tarde à beira-mar em Leça da Palmeira!

Em 10 minutos, chegamos a Leça, com uma longa marginal convidativa aos passeios de Domingo. As praias têm Bandeira Azul e estão bem cuidadas e apetrechadas com bares de apoio, o que é uma agradável surpresa!

Logo ao lado do Farol da Boa Nova, a Casa de Chá desenhada por Siza Vieira parece ser um óptimo local para uma pausa… Parece, mas não será… porque está fechada ao Domingo, não se percebe bem porquê!

Optamos então por um chá para 2 no Bar Fuzelhas, ali mesmo ao lado, que tem uma esplanada inacreditável sobre o areal!

Mais uma caminhada e o dia vai terminar mais a Sul, no Cais de Gaia, com a melhor vista que existe sobre a cidade do Porto!

O jantar é no restaurante “Ar de Rio”: a açorda de marisco da casa que, apesar de ser para 2, dá para 4 pessoas… e sobra!

A comida é deliciosa, mas a vista é ainda melhor: uma panorâmica sobre a cidade que já nos deixa saudades e à qual prometemos voltar em breve para ver tudo o que nos faltou ver!

GeoStar ponto pt, aí vamos nós e obrigado!

 

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Reportagem Vila Nova de Cerveira

Chegámos ao Hotel Turismo do Minho, fomos muito bem recebidos pelo staff e bebemos um vinho do Porto de boas vindas.

Quando chegámos ao quarto, nem queriamos acreditar! Tinhamos acesso directo à piscina do hotel e uma vista fantástica!

A decoração do Hotel e dos quartos é muito contemporânea, com verdadeiras obras de arte em todas as áreas!

Na manhã seguinte, depois de um pequeno almoço delicioso no Hotel, decidimos fugir à chuva e ir visitar Vigo e Baiona, em Espanha.

No regresso a Vila Nova de Cerveira, fomos conhecer o castelo da Vila, onde funciona a bonita Pousada de D. Dinis e também, a igreja Matriz e a Capela da Misericórdia. Conseguimos admirar no cimo de um monte, a escultura de ferro que simboliza esta vila, o Cervo!

Aproveitámos ainda para visitar a exposição da 16º Bienal de Vila Nova de Cerveira.

No regresso ao hotel, aproveitámos a piscina do Hotel para um fim de tarde relaxante!

No último dia, visitámos na vila histórica, a feira de Arte e Antiguidades que estava a decorrer e aproveitámos mais um passeio para admirar as casas típicas minhotas que nos fazem sentir como se tivessemos vivido naquela época!

Ficámos apaixonados e vamos regressar, sem dúvida!

Rute Pinheiro