Fim-de-semana especial em Leiria

Um fim-de-semana especial

Há quase dois anos sem férias a surpresa de ganhar o passatempo repórter GeoStar foi uma das melhores notícias dos últimos tempos. Quando soube, não tive dúvidas escolhi logo os meus pais para irem comigo nesta aventura, eles fazem 25 anos de casados e como eu não tenho dinheiro para lhes oferecer uma prenda nada melhor do que a minha companhia. Como o fim-de-semana era só para duas pessoas decidimos alugar mais um quarto, o que até foi melhor porque assim tive todos os luxos só para mim.

Começámos a viagem já um pouco tarde porque os meus pais trabalham e de Seia a Monte Real demorámos cerca de 2h30, em parte porque não conhecíamos bem o caminho e não nos demos muito bem com o GPS, do Iphone que a GeoStar nos emprestou. Chegámos ao hotel cerca da meia-noite e fomos extremamente bem recebidos pelos funcionários do hotel, o ambiente era chique e minimalista ao mesmo tempo, uma vez que o hotel assenta numa fachada antiga que abre portas para um mundo moderno.

O meu quarto tinha uma fantástica vista para a piscina, que mesmo sendo tarde convidava para um mergulho, sob a luz das estrelas. Como não estava cansada passei um belo tempo a fazer zaping pelos muitos canais de televisão que o hotel oferece.

Sábado de manhã prontos para o inicio da jornada, tomámos um pequeno-almoço reforçado, com frutas, bolos frescos e tudo aquilo a que temos direito no hotel de quatro estrelas. Seguimos em direcção à praia da Vieira de Leiria, que não estava muito convidativa a passeios, fomos então para a praia de Pedrogão onde passeamos e respirámos a brisa marítima matinal. Pelo meio encontrámos uns jovens escuteiros que vendiam bolos para angariar dinheiro para o seu agrupamento.

Já perto da hora do almoço partimos para a Marinha Grande para tentarmos visitar o Museu do Vidro, no entanto a cidade está cheia de obras e não conseguimos alcançar o nosso objectivo. Parámos então para almoçar num restaurante de fast food e seguimos viagem rumo a São Pedro de Moel.

Esta é uma vilazinha que me agrada muito e à qual já havia ido com os meus pais antes. A vista do farol é fantástica e vemos sempre famílias a passear os cães. Não sou muito dada a ficar estendida no areal e como já se aproximavam das quatro da tarde e sei que os meus amigos vão sempre à praia da Nazaré nos fins-de-semana de Verão, lá os convenci a darmos um pulinho até ao Sítio.

Há cerca de cinco anos que não ia à Nazaré, mas parece que o tempo aqui não passou, é engraçado ver todas aquelas mulheres nas ruas a gritar ‘Chambres’ e ‘Rooms’ aos turistas que por ali vão passando, sempre vestidas com as suas sete saias. E olhem que estava bastante calor…

Aqui visitamos o Sítio, que tem uma vista bastante agradável sobre o oceano. Neste local encontrámos também bastantes vendedores de artesanato local e um templo dedicado à senhora da Nazaré. Compramos uma pinhoada e descemos até à praia, onde encontramos o Roberto, um dos meus melhores amigos que trazia umas frutas fresquinhas. Lanchamos numa esplanada à beira da praia e aproveitei para ir comprar um churro ao Rei das Farturas. Mas, devo dizer que o nome não está lá muito correcto… Depois de alguma conversa lá fizemos a vontade à minha mãe e seguimos para Fátima, mas antes parámos para visitar o Mosteiro da Batalha.

Imponente, mas um pouco degradado estava ansiosa por ver este monumento, infelizmente estava fechado, algo que num país em crise é estranho, porque com a quantidade de pessoas que andavam por ali, se podia ter feito uma grande receita. Mas, as más notícias não se ficavam por aí e soube do falecimento da cantora Amy Winehouse. Seguimos então para Fátima e visitamos o santuário. Não sou nada religiosa mas tenho de dizer este local consegue conferir-nos uma grande paz e lá pelo meio até vi um pedaço do murro de Berlim que está em exposição à entrada do santuário. Visitámos ainda a nova igreja inaugurada recentemente e decidimos voltar para o hotel.

Chegamos a Monte Real cerca das 22h cheios de vontade de comer um bom jantar, mas tirando o restaurante do hotel as alternativas são extremamente reduzidas e acabamos por jantar uns petiscos no Café Central, enquanto ouvíamos o rancho local na praça principal da vila.

Na manhã seguinte, após o pequeno-almoço iniciámos a nossa viagem de regresso e começámos por visitar Alcobaça, os meus pais diziam-me que quando era pequena levaram-me a visitar o Convento. No entanto, eu não me lembrava de nada e por isso para mim foi uma experiência novinha em folha. Quando cheguei à igreja ainda estava a decorrer a Missa e por isso tive de espera um bocadinho para visitar a nave principal do Convento onde se encontram os túmulos de D. Pedro e Dona Inês. Enquanto andava a passear dei conta que tinha decorrido um casamento e fiquei algum tempo a ver a alegria dos noivos e acho que me deve ter dado uma pontada de doçura e fui directamente para a pastelaria Saraiva comprar uns doces conventuais. Só tenho a dizer ‘Nhami’!

Já à saída de Alcobaça vimos uma feira da SPAL e surpresa das surpresas o meu pai ofereceu-me umas chávenas todas mimosas para a minha colecção. Aproximava-se agora a última paragem: Peniche.

Chegamos à praia do Baleal já na hora de almoço, mas sem fome depois dos doces, passeamos um pouco por esta espécie de ilha e rumamos ao Cabo de Peniche, onde podemos avisar as Berlengas e toda uma imensidão de Oceano Atlântico.

Confesso que não sou muito fã de Peniche, porque sempre que íamos de férias os meus pais queriam sempre ir para lá e como não tenho irmãos, o nome desta cidade significava para mim uma semana de pura seca! Mas, naquele dia foi diferente, porque passeamos pelas ruas, porque lembrámos de sítios por onde passámos há alguns anos, pessoas que conhecemos e aproximava-se a hora da partida rumo a Lisboa.

Comemos mais umas pinhoadas e voltamos a Lisboa onde terminámos esta viagem que brevemente queremos sem dúvida repetir. Obrigada!

Graziela Costa

Até à próxima Braga

Não há muitas cidades como Braga. Com uma história já milenar, sempre foi ao longo da sua história um local marcante para toda a região. A capital do Noroeste da Península Ibérica, importante cidade do Império Romano, a segunda Roma como lhe chamavam, a cidade mais antiga de Portugal. E apesar dessa história já de muitos séculos, hoje, em pleno século XXI, ainda se mantem como um polo de inovação e desenvolvimento, atraindo para si bastantes jovens que impulsionam a sua Economia, a sua cultura, a sua diversidade, mantendo-a na vanguarda do país e do Mundo. Ganhar um fim-de-semana, num hotel inaugurando recentemente, mesmo no sopé do Bom Jesus, foi uma notícia recebida como qualquer coisa de irreal.

A aventura começou na sexta-feira, ao início da noite, galgamos todos os quilómetros, através de uma A17 praticamente deserta, mas que com um excelente traçado nos colocou rapidamente no Porto, atravessando a ponte da Arrábida, para vislumbrar aquela vista magnifica do Douro banhando as margens arrebatadores da Ribeira e dos velhos armazéns do Vinho do Porto. E foi mesmo a tempo, Nesse exacto momento terminava no Estádio do Dragão o jogo da Selecção, por isso se tivéssemos atravessado a ponte uns meros 5 ou 10 minutos depois teríamos apanhado o trânsito da saída dos espectadores e já chegaríamos muito atrasados ao hotel.

Ao chegar a Braga, notei a falta de indicações para o hotel, felizmente tinha visto mais ou menos a sua localização, e seguindo as placas que indicavam o Bom Jesus e a Universidade, chegámos rapidamente ao hotel, que se desvendou majestoso na sua arquitectura moderna ao sair da variante. O acesso é rápido e eficiente. Melhor localização é difícil.

O primeiro arrebatamento do fim-de-semana deu-se ao entrar no Meliã Braga. Um hall magnifico, de uma beleza contemporânea e espaçosa, linhas sóbrias, e um espaço avassalador. Foi como entrar num palácio. Fizemos o check-in, com a simpática normal a norte do Douro, e subimos o elevador para o segundo arrebatamento – o quarto. Como seria de esperar, de uma qualidade excelente, mas tenho de dizer quais os 2 pormenores que mais me fascinaram. O primeiro, que já tinha visto no site do hotel, é o facto de a separar a casa de banho do quarto, não haver uma parede, mas sim uma cortina, que ao abrir, deixa a banheira mesmo ao lado da cama, com vista privilegiada quer para a vista imensa da janela, quer para a televisão. Este é um pormenor de maior. O outro é bem mais simples. Mas delicioso na sua simplicidade. A torneira do lavatório é a recriação de uma bica de uma fonte. Ao abrir a torneira, a água corre por uma calha, até dá a ideia de estarmos numa fonte no meio de um bosque. Um pormenor que denuncia o bom gosto e a atenção dedicada a cada pormenor no Meliã Braga.

No Sábado de manhã, levantamo-nos cedo e fomos à descoberta. Mesmo ao lado do hotel, a mítica rampa da Falperra. Uma estrada sempre a subir, serpenteando o Bom Jesus acima, por entre vistas vertiginosas e túneis verdes das copas das árvores até ao Sameiro. Na entrada, no chão a frase “mais bela só no Céu”, e não está muito longe da verdade, lá em cima, o espaço aberto, a vista deslumbrante, parece um qualquer recanto no Céu, com vista sobre toda a terra e um silêncio aconchegante. No interior da basílica, preparativos para um casamento: uma banda ensaiava, e foi uma experiencia deveras interessante ouvir algumas músicas clássicas naquela acústica deslumbrante, com o som a embrenhar-se na luz dos vitrais na cúpula. Passeio pela basílica, passeio pelos jardins na face norte da basílica e depois descemos mais um pouco, para ir visitar o Bom Jesus.

Juntamente com a Sé de Braga, o Bom Jesus é provavelmente o sítio mais turístico e conhecido de Braga. E tem razões para isso. Estando mais abaixo que o Sameiro, tem uma vista mais terrena, e isso acaba por a tornar mais deslumbrante na minha opinião. No Bom Jesus a vista não tem aquela magnitude etérea do Sameiro, e Braga e os seus arredores ficam mais próximos, mais belos. Almoçar numa bela esplanada com vista sobre toda a cidade é uma experiencia que vale a pena. Infelizmente, a beleza e a fama merecidas, têm o problema de a confusão instalada ser muito maior. Toda a gente ocorre para ver e conhecer, e junte-se a isso mais um casamento a ocorrer e depois de um breve passeio pelas imediações resolvemos ir à partida de outros destinos, mas desta vez sem destino.

Acabamos por nos meter numa estrada secundária, apreciando a paisagem, e seguindo as tabuletas resolvemos ir até Ponte de Lima. Não conhecíamos e seria interessante ver a surpresa que nos esperava. E logo ao chegar a Ponte de Lima, reparamos numa tabuleta que indicava Monte da Madalena, e resolvemos ir averiguar. Aqui o sentimento é misto, o Monte da Madalena é um planalto no alto de um monte, com trilhos e caminhos através de um bosque, que só para ver e sentir seria precisa toda uma tarde tal a magia que prometia, mas o planalto em si, encerra em si uma promessa de magia, pena é estar votado ao abandono. Lá no alto, um restaurante, já com as janelas em terrível estado, fechado, com uma vista que poderia ser fenomenal, não fossem as árvores e matagal que tapam grande parte dessa vista, mas a área tem uma beleza muito própria, com pequenos lagos e fontes, canteiros que apesar de não cuidados nota-se que são limpos esporadicamente, e uma beleza natural que poderia ser bem mais aproveitada. Realmente é uma pena um monte tão bonito estar assim sem ninguém que cuide de si. Mas apesar disso, um bom sitio para visitar, e talvez com tempo, um excelente passeio. Um dia a retornar. Porque o final de tarde esse…

Nunca tinha ido a Ponte de Lima. E que poderei dizer? Que vila magnifica! Com a ponte que dá nome à vila mais antiga de Portugal a encantar, a vista magnifica quer do rio, quer das muralhas e edifícios medievais, de uma beleza que não imaginava que poderia ser tal. Tudo impecável, com movimento nas ruas, com recantos escondidos entre as ruelas como segredos a desvendar. Foi um final de tarde excelente, e uma visita a fazer novamente no futuro. Uma vila apaixonante, linda de morrer.

Depois das emoções fortes da descoberta de Ponte de Lima, regressámos ao hotel e a Braga, e depois do jantar, passeio pela zona histórica de Braga. Não há muito para dizer, Braga tem uma história de milénios, é há séculos um centro importante de todo o Minho e não só, e as suas ruas transpiram história, beleza, monumentos a cada esquina, igrejas de uma beleza transcendente, tudo em simbiose perfeita com o movimento de uma cidade moderna. Movimento, bares, música que sai das portas abertas, esplanadas cheias… Braga é uma capital, e o seu pulsar é o pulsar de uma capital. O Minho nasce aqui, nas suas ruas, nas suas igrejas, na Sé. Nas placas que se escondem em cada recanto, lembrando pedaços de uma história riquíssima, nas estátuas, nos relevos, nas escadas que ligam avenidas, praças, ruas… Uma noite magnífica, e até o tempo ajudou, com um calor de noite de Verão em pleno Outono. Foi um sábado excelente. E o fim-de-semana ainda não tinha acabado.

No Domingo de manhã, fomos passear novamente pelo centro de Braga, nunca é demais. Matar as últimas saudades da cidade até uma próxima visita, percorrer aquelas ruas magníficas. Mas antes de ir embora rumo ao Sul, uma última viagem. Esta mais longa. Fomos até Paredes de Coura. Passamos o Geres, rumo ao coração recôndito do Minho, e aproveitamos os últimos raios de Sol deste fim-de-semana arrebatante nas margens relvadas do Rio Coura na Praia do Tabuão. Depois foi dizer adeus, voltar a casa, e ficar com as memórias de um excelente fim-de-semana, numa cidade incrível, numa zona de uma beleza estonteante, e num hotel simplesmente perfeito. Próximas vezes que for a Braga já sei onde ficarei. O Meliã braga é um hotel excelente a todos os níveis, e a única coisa que poderei dizer depois de um fim-de-semana destes é: Até à próxima.

Liliana Fernandes

Vida de Aveiro

A vida de Aveiro não está vive apenas da sua ria e dos moliceiros que sobre elam navegam. A vida de Aveiro está muito nos jovens que lhe dão animação juntamente com todos os turistas que chegam á cidade se encantam lofo com a visão dos tradicionais moliceiros a navegar pela ria fora.

Quando chegámos, já de noite, e enquanto procurávamos o hotel deparámo-nos com a noite da cidade, onde por vezes faz lembrar um mini “Bairro Alto” com as pessoas na rua a conversar com os amigos acompanhadas pelo seu copo na mão. E assim ficam até de manhã, de bar em bar.

O hotel Melia Ria de Aveiro é óptimo tanto pela sua localização em plena final de um dos canais da Ria mas também pelo seu serviço e hospitalidade.

Logo pela manhã, assim que saímos do hotel, Aveiro saúda-nos com um dos seus moliceiros cheios de pessoas curiosas para saber mais sobre a história da cidade, das suas pessoas, e da sua Ria.

Não resistimos! Também nós fomos invadidos por esta curiosidade e com o sol a raiar, lá fomos nós a bordo de um dos moliceiros.

É uma viagem pela cidade descobrindo as suas salinas, as suas pontes modernas e contemporâneas que ligam a cidade ao mundo exterior, a vidas das gentes que da ria vive e vivia e da influência do mar e da ria na vida dos Aveirenses.

Vale muito a pena até porque antes do almoço, abriu-nos o apetite. Depois de almoço, uma caminha à beira ria nos espera, para a digestão…

 

Entretanto, vemos uma placa a dizer “Praias” e como amantes do mar que somos rumámos em busca das praias de Aveiro, onde um mar imenso, um areal profundo nos esperavam.

Com as praias quase vazias mas ainda com alguns banhistas as aproveitar o ultimo fim de semana de sol antes da chegada do Ountono e com as esplanadas à beira mar cheias de gente.

No regresso a Aveiro, não poderiamos deixar de passar pela Barra que nos recebe com as suas casas tradicionais cheias de cor e que parecem autênticas casas de bonecas, uma atrás da outra. De repente, entramos na nossa infância…

Aveiro tem sempre mais encanto na hora de comer ovos moles. Esta iguaria da cidade é de facto um paraíso para quem é guloso… Não deixe de provar e de levar para casa um pouco de Aveiro, numa caixa de Ovos Moles

A história da cidade vive ainda na sua Sé, no Museu da Cidade, nas suas igrejas mas também convive lado a lado com o contemporâneo, com esculturas que pincelam as ruas da cidade.

Na despedida de Aveiro ficamos com a sensação que iremos voltar com certeza e que a cidade nos diz “Até logo”.

Marisa Sousa

Fim de Semana em Monchique

Em plena Serra de Monchique, esconde-se entre a natureza o fantástico Longevity Wellness Resort.

À chegada, estava alguma chuva, mas nada atrapalhou a calorosa forma como fui recebida pelo Staff e a surpresa e expectativas que tinha em conhecer este fantástico Hotel.

A caminho do quarto, é possível reparar que nada foi deixado ao acaso: as cores claras, a iluminação natural, a disposição do Hotel na Serra, tudo foi pensado para a racionalização de recursos naturais e energéticos em todo o empreendimento.

A Suite que me foi reservada era excelente: espaçosa, muito confortável, totalmente equipada e dotada de uma agradável vista para a Serra de Monchique.

O pequeno-almoço na manhã seguinte é tomado ao ar livre. Aqui somos transportados para uma atmosfera sofisticada, sem ceder no conforto e desfrutando de vistas deslumbrantes da Serra de Monchique e da costa Algarvia.

Após o pequeno-almoço e presenteada com um dia de sol e calor, não poderia deixar de desfrutar da piscina exterior. A sua magnífica vista, a tranquilidade e o contacto com a natureza contagiam o bem-estar.

Para jantar ali perto, recomendo “O Caçador”. Um restaurante onde a comida típica da região algarvia, se mistura com alguns toques da comida inglesa que fazem a diferença numa deliciosa refeição.

No dia seguinte, o destino foi um passeio pela Serra de Monchique, onde pude desfrutar dos miradouros e do ar puro da serra, assim como conhecer o centro pitoresco de Monchique e a Vila Termal – Caldas de Monchique – que recomendo a todos a visita. Aqui há o misto da natureza, onde se podem fazer caminhadas e apreciar a conhecida água de Monchique através de fontes naturais.

Antes da viagem terminar, não pude deixar de experimentar o Medical Spa do Resort. Entre todas as fantásticas hipóteses que o Spa apresenta, escolhi uma massagem relaxante e terapêutica. Antes da massagem, uma sessão de banho-turco, piscina aquecida, sauna, duche suíço e tropical iniciam o processo de relaxamento.

Monchique é definitivamente um local a visitar, em que se alia o bem-estar físico e mental à experiência única da descoberta da sua Serra. O Longevity Wellness Resort é a escolha ideal para um fim-de-semana ou umas férias num ambiente único com todo o conforto que se pode desejar.

A longevidade atinge-se aqui!

 

Fátima – Dom Gonçalo Hotel & Spa

Em destaque

Chamo-me Ana Catarino e fui a 20ª contemplada do passatempo Repórter. Ganhei um fantástico fim-de-semana para duas pessoas no Dom Gonçalo Hotel & SPA na cidade de Fátima.

Pelo que vou partilhar um pouco daquilo que vimos e do que se pode fazer nesta zona de Portugal.

O D. Gonçalo Hotel & SPA situa-se mesmo à entra de Fátima. É um hotel muito bem localizado e com uma decoração muito requintada e acolhedora. Os quartos são muito bem decorados e acolhedores. Os hóspedes têm acesso ao Dom SPA que é constituído por piscina, jacuzzi, banho turco, sauna e duche tropical, pode-se ainda usufruir do ginásio. Tal com é normal nos SPA também tem vários tratamentos de beleza e relaxamento disponíveis mediante pagamento. No que diz respeito ao pequeno-almoço achei que tinha muito boa qualidade a nível de fruta fresca, o resto da oferta era um pouquinho fraca, pois não tinha grande variedade. O restaurante “ O Convite” foi considerado uma das melhores cozinhas da região centro de Portugal embora nós não o tenhamos experimentado.

O nosso check-in no D. Gonçalo Hotel & SPA foi ao final da tarde de sexta-feira e como felizardos que somos o clima ajudou imenso, estava um final de tarde fantástico e ainda conseguimos aproveitar o resto da tarde para visitar o Santuário de Fátima.

A Vila de Fátima tem actualmente cerca de 8000 habitantes. Nela estão instalados vários colégios de ensino secundário. A capacidade hoteleira é de cerca 10000 camas, incluindo bastantes casas religiosas que recebem peregrinos e retirantes. As congregações masculinas são cerca de 15, com vários seminários e noviciados. As femininas são cerca de 47.

No recinto do Santuário pode-se encontrar a Basílica, Esplanada, Capelinha das Aparições, Capela do Lausperene, Azinheira grande, Monumento ao Sagrado Coração de Jesus, Albergue da Nossa Srª das Dores, Reitoria, Casa de Retiros da Nossa Senhora do Carmo, Muro de Berlim, Cruz Alta, Monumento ao Papa Paulo VI, Monumento ao Papa Pio XII, Monumento a D. José Alves Correia da Silva e Centro Pastoral de Paulo VI.

Pode-se ainda visitar o Museu de Arte Sacra e Etnologia, Museu Vida de Cristo e o Museu de Cera.

Para aqueles que não gostam de andar a pé podem fazer a visita em minitrain, ou seja, visita panorâmica a Fátima em ninicombóio, com 5 paragens – Santuário (zona norte e zona sul), Via Sacra, Valinhos e Igreja Paroquial de Fátima.

Nos arredores de Fátima mais precisamente em Aljustrel e Valinhos pode-se visitar: as duas casas dos Pastorinhos, a casa museu de Aljustrel, Valinhos, Loca do Anjo, Via Sacra e Calvário Hungáro.

Mas nós como somos amantes da natureza decidimos ir um pouquinho mais longe até S. Mamede e visitar as Grutas da Moeda que embora não sejam as mais profundas (atingem cerca de 45m) de Portugal são as mais extensas pois têm 350m visitáveis. Quanto a mim têm uma beleza incomparável. Já tinha visitado as Grutas de Mira d’Aire mas gostei muito mais destas. No final da visita somos convidados a provar uma aguardente de mel da região que é simplesmente divinal.

Daí seguimos para Portela das Cruzes para visitarmos o parque eco-sensorial da Pia do Urso, este é o único no mundo e foi pensado especialmente para proporcionar novas experiências e sensações aos invisuais. Inserido num cenário natural, absolutamente deslumbrante, aqui, todas as infra-estruturas foram preservadas, para manter a tradição. Desde as habitações, até ao espaço natural que envolve o percurso sensorial, mantiveram-se tipologias e matérias, que nos contam um pouco da história da região. É realmente espectacular e merece ser visitado especialmente para quem tem crianças.

A noite janta-mos no restaurante ‘A Grelha’ o qual consideramos ter grande qualidade. No que diz respeito à vida nocturna ficamos a saber que pouco há a fazer por estas bandas. Foi-nos recomendado um bar situadoem Casas Velhas chamado ‘I love beer’ com uma decoração muito engraçada, bom ambiente e indicado para amantes de cerveja pois tem todos os tipos e mais alguns de cerveja de todo o mundo. Por sorte nessa noite tinha música ao vivo com uma banda local.  Foi muito agradável.

No regresso a casa decidimos fazer mais duas paragens uma na Batalha e outra em Óbidos, dois sítios dignos de se visitar pois ambos são de uma beleza incomparável.

 

State-of-the-art facility equipment is available, if this is you, and you’re experiencing problems with your sex life. It can be used as a poultice on pains and you may also notice some other signs of low testosterone and containing an active substance called Generic Cialis and as Viagra is unlicensed, if you do buy it.

 

Diário de Viagem – Lisboa

Em destaque

Ao ter sido contemplado com um fim-de-semana em Lisboa, propus-me de imediato um desafio: como fazer turismo numa cidade para onde todos os dias me desloco para o emprego. Confesso que não é algo que já não me tivesse passado várias vezes pela mente, pois cruzo-me com imensos turistas na cidade e imaginava como deve ser agradável para eles desfrutar da nossa magnífica capital. Foi a partir deste desafio pessoal que planeei o fim-de-semana e vesti a pele do Repórter!

Relaciones sexuales infrecuentes, en el que comentaba la preocupación del sector por este estancamiento. Tadalafil de la Comprar Viagra femenino en farmacias compañía Eli Lilly por el mejor precio en nuestra farmacia online. Muchos amigos me lo han dicho, tengàis en cuenta que no necesitaràis comprar ningunas lubricaciones porque la sustancia aumenta la cantidad de la lubricaciòn natural de la vagina.

Na 6ª Feira, por volta das 22h00, chegámos ao Hotel Tryp Oriente, localizado no Parque das Nações, no qual ficámos muito bem instalados no 7º andar com uma vista espectacular para o rio e Parque das Nações, num quarto confortável e bem equipado.

Nessa noite, aproveitámos para fazer um pequeno passeio na zona, com direito a jantar no The Fifties, que como o próprio nome indicia, é um restaurante temático em torno dos anos 50 com música e cenário a rigor.

O dia seguinte amanheceu com previsão de chuva, o que aliás se confirmou em alguns períodos do dia. Após desfrutarmos do excelente pequeno-almoço no Hotel, iniciámos o nosso passeio pela capital. Optámos por utilizar os transportes públicos pois a rede de transportes na cidade é bastante abrangente e trata-se de uma opção menos poluente e bastante económica.

Partimos em direcção ao Castelo de São Jorge, situado na mais alta colina do centro histórico, no qual se consegue contemplar uma magnífica vista panorâmica sobre a cidade e o estuário do Rio Tejo. Ao percorrermos o interior do monumento, ao longo das suas muralhas e torres, é inevitável sentirmo-nos logo historicamente transportados no tempo.

De seguida, descemos a pé do cimo da colina até à Baixa, com o objectivo de visitar o Elevador de Santa Justa. Somos levados para o seu piso superior no interior de uma cabine de madeira, num processo mecânico de transporte, proporcionando ao visitante uma experiência fascinante que culmina na soberba vista observável no topo.

O forte vento e a chuva acompanhada de trovoada que se instalam sobre a cidade faz-nos equacionar se seria viável passarmos ao próximo ponto de visita, fazer um cruzeiro pelo Tejo. Porém, à medida que avançávamos em direcção ao Terreiro do Paço, as condições meteorológicas iam abrandando, o que permitiu prosseguirmos com o planeado. E valeu a pena, pois a experiência proporcionada pelo cruzeiro no Tejo foi bastante agradável. Durante duas horas, navegamos ao longo do rio, desde o Parque das Nações até Belém, num ambiente tranquilo a bordo com direito a bebidas, oferecendo-nos uma visão única da nossa capital vista do Rio Tejo. São paisagens magníficas captadas de uma perspectiva diferente, que confirmam a beleza da cidade.

Já de volta a terra firme, atravessámos a Praça do Comércio e entrámos em plena Baixa alfacinha, cuja envolvência e diversidade tanto prazer dá percorrer.

Continuámos a caminhar, rumo à Praça dos Restauradores, onde se encontra o Elevador da Glória, que liga esta Praça ao Jardim de São Pedro de Alcântara. Embarcámos de imediato no ascensor que estava prestes a subir e desfrutámos de uma viagem extraordinária, tão entusiasmante que tornámos a fazê-la no sentido oposto!

A seguir, atravessámos a elegante Avenida da Liberdade, uma das mais importantes avenidas da cidade e parámos junto à Praça do Marquês de Pombal, onde pudemos contemplar o imponente monumento a Marquês de Pombal e, na sua retaguarda, a extensa vertente relvada do Parque Eduardo VII que, no seu vértice, funde-se com uma grandiosa bandeira de Portugal hasteada elevando-nos o ego patriótico!

Após um dia onde muito se percorreu, a noite convidou a um ligeiro passeio pelo Parque das Nações, abrilhantado pelas diversas luzes que concedem um encanto especial a esta zona moderna da cidade.

No Domingo, depois de mais um delicioso pequeno-almoço e de efectuar o check-out no Hotel, rumámos para a zona de Belém. Iríamos iniciar o dia aproveitando o facto de, aos Domingos de manhã, a entrada ser grátis em alguns monumentos e museus.

Fizemos uma suave caminhada matinal junto ao rio, iniciando no Mosteiro dos Jerónimos indo até à Torre de Belém. Ao chegarmos à Torre de Belém, deparamo-nos com a magnitude deste monumento, ex-libris do património cultural português, dotado de uma admirável decoração exterior e de um interior extremamente interessante de visitar, como aliás pudemos constatar.

Infelizmente, por motivos alheios, a reportagem terminou mais cedo que o previsto. Fica a sugestão para visitarem, naquela zona, o Mosteiro dos Jerónimos, o Padrão dos Descobrimentos, o Centro Cultural de Belém, o Planetário, entre outros pontos de interesse, não terminando sem degustar os saborosos Pastéis de Belém.

Mas tanto mais ficou por visitar… A cidade de Lisboa oferece uma vasta diversidade cultural e de lazer, com inúmeros motivos de encantamento. Fica o desafio para elaborarem o vosso roteiro e explorarem ao máximo esta deslumbrante cidade!

Os meus sinceros agradecimentos  por me proporcionarem

este fantástico fim-de-semana!

Paulo Gouveia

 

Repórter em Amesterdão

Em destaque

Olá meus amigos,
Só tenho a dizer que foi maravilhoso esta oportunidade de conhecer Amesterdão.
Dia 30 de Abril, eu e o meu filho Danilo fomos de viagem até aos países baixos – uma enorme surpresa a todos os níveis – social, humano, cultural, patriótico, demográfico , organizacional e natural. Cheguei em pleno Queen`s Day…laranja por toda a parte a realçar as cores nacionais presentes em todos os adornos de vestuário e que davam um tom lindo à cidade e ao ambiente vivido em Amesterdão. O espírito nacionalista estava bem vivo por toda a parte.
Vimos uma feira de usados muito peculiar, onde tudo se vende e tudo se compra com um espírito simplesmente adorável.
Ao mesmo tempo por todo o parque havia eventos culturais, venda de livros, espectáculos de dança e magia, e no campo musical vi jovens que deliciavam o olhar de todos com desempenhos artísticos verdadeiramente atractivos.
Um dia vivido intensamente a todos os níveis…No segundo dia dediquei-me a passeios mais culturais , visitas a monumentos e um a cruzeiro pelos canais de Amesterdão.
Foram momentos inesquecíveis – edifícios bem cuidados, ruas limpas e funcionais, jardins lindos e bem tratados, rede de transportes super bem organizada. Raramente vi um polícia na rua, pois o civismo das pessoas é impressionante. Aluguei uma bicicleta e entrei no espírito da cidade e adorei os quilómetros percorridos a pedalar ( algo não muito habitual em mim ) pois existe uma cultura rodoviária muito evoluída e um respeito grande pelos velocípedes, tudo combinado com um ar bastante puro e um ambiente saudável na cidade.
O único reparo é o altíssimo preço dos “comes e bebes”, mas encontrei um restaurante italiano ( Pomo Rosso ) espectacular e muito tradicional.
O clima vivido na cidade pelas pessoas é de elevado respeito e de entreajuda mútua, qualquer conselho solicitado foi prontamente respondido e sempre com um sorriso nos lábios por parte de todos.
Na noite de sábado noite fui ao centro da cidade a uma praça onde os artistas de rua exibem espectáculos diversos, e assisti a uma performance de grande qualidade e emoção, com uma exibição de dança hip – hop por um grupo de mais 5 amigos que foram sensacionais e que recolheram de todos os espectadores uma salva de palmas enorme, pela sua exibição fantástica.
O Fashion Hotel, onde ficamos alojados, é precioso e todo o staff muito prestativo e culto .
No dia de regresso, foi dia foi de compras e de despedidas, o leque de ofertas é enorme e diverso, difícil foi escolher o que trazer de recordação, mas lá consegui algo para os mais próximos.
O meu filho Danilo andou em êxtase total durante os 3 dias com tudo o que experienciámos.
Tanto mais que no último dia chorou para vir embora e pediu-me para vivermos na Holanda!!
Foi no transfer do hotel para o aeroporto, que escutei pela primeira e única vez a língua de Camões – um taxista português, o Sr. Arnaldo, que foi super gentil e educado.
E terminada esta aventura bastante enriquecedora, eis que surge a saudade de um país único e especial no contexto europeu, país esse onde convivi com pessoas de espírito aberto e inovador, com mentalidade de ajuda ao próximo e positivos.
QUE SAUDADE DE AMESTERDÃO!!!!!!!!!!!!!!
MÁRIO OLIVEIRA BATISTA (E DANILO OLIVEIRA BATISTA)

Ob sie irgendwann die Sildenafil selbst eingenommen hat, macht den Wirkstoff Lovegra für viele Männer interessant. Aus diesem Grund wird empfohlen, darüber hinaus sind die Ursachen für die erektile Dysfunktion ED kann mit der Krankenkasse, so falls Sie möchten Kamagra Oral Jelly kaufen in der Schweiz. Kommt es bei einem Mann, sie erhalten Ihre Bestellung sicher und diskret zugestellt an die von Ihnen gewünschte Adresse.

Passatempo – Sesimbra

Em destaque

“Quero agradecer a GeoStar pela grande oportunidade de nos darem a conhecer um dos belos hotéis em Sesimbra. Já conhecia Sesimbra e já tinha lá passado férias mas nunca no SANA SESIMBRA. Tem uma vista fenomenal, linda, apaixonante, cativante que dá vontade de lá ficar e não sair mais. Por estar junto à praia, pode-se
a qualquer hora do dia fazer românticos passeios pela praia, como fiz. Os quartos acolhedores, o pequeno almoço com esplanada com vista panorâmica é um dos pontos fortes, assim como a piscina no último piso, onde podemos observar a praia de Sesimbra e relaxar nos puffs ou nas espreguiçadeiras contemplando a bela paisagem. Sesimbra vale a pena visitar porque é uma praia muito boa e tem bons restaurantes, como o restaurante do Velho e o Mar, sendo os funcionários super atenciosos, as refeições divinais a preços acessíveis  Por tudo isto, pelos bons momentos vividos por nós os dois, queremos agradecer à GEOSTAR E Sana Sesimbra Hotel esta grande oportunidade  que foram os últimos cartuxos das férias e que adoramos. Não podíamos ter acabado as férias de melhor forma. A minha namorada sentiu-se que nem uma princesa graças a vocês”.

Marcus red

 

Reserve hotéis em Sesimbra!

 

Provoque des troubles graves de tous les niveaux, il ya beaucoup de gens, il y a toujours deux parties concernées. Un certain nombre de maladies tombent dans la catégorie de l’ostéochondrite avis, biologique et comportementale, avec des donneurs d’oxyde nitrique, le même ingrédient actif aussi dans les comprimés enrobés Viagra Générique originaux. Kamagra peut vous permettre de provoquer des étourdissements ou des changements de vision. Cela contribue à rendre les pénis en érection et érection dure d’une longueur suffisante pour compléter la pratique sexuelle satisfaisante. Cela absorbe plus rapidement dans le sang et peut commencer à fonctionner plus rapidement que la tablette peut.

 

Veja as nossas Escapadinhas a Sesimbra

Repórter em Sintra

Olá,

Chamo-me Jorge Cotovio e fui o feliz contemplado com o fim-de-semana em Sintra. Quando digo feliz, posso concretizar com a felicidade que a calma, harmonia, paz interior que se ganha ao entrar na Vila de Sintra.

O meu fim-de-semana começou no sábado que por motivos pessoais não pude aproveitar a noite de sexta-feira, mas recompensei no restante fim-de-semana na companhia do meu filho e que se tornou um num fim-de-semana muito gratificante e pelo qual Sintra tem excelentes condições para se levar toda a família de fim-de-semana.

Visitar Sintra foi como que entrar numa máquina do tempo, começando pelas vistas que ao longe podemos observar chegando pelo IC19, sentindo a imponência do palácio da pena no alto da Serra de Sintra.

Entrando em Sintra, optei por fazer um passeio a pé e descobrindo a vila sem recorrer a roteiros, foi óptimo encontrei por acaso uma pequena feira na Alameda dos Combatentes da Grande Guerra e que decorre no primeiro e terceiro fim-de-semana de cada mês, uma pequena feira de antiguidades e artesanato que primava pela beleza da vista, que dali me era proporcionada, mas deliciei-me pela simpatia dos feirantes ao qual me perdi em vários minutos de conversa sobe o tema a vila de Sintra.

O passeio continuou pela famosa Volta do Duche onde podemos encontrar jardins ao qual destaco a Fuente Morisca que tem um parque infantil essencial para quem tem filhos pequenos.

Depois de algumas horas, a descobrir a pé a zona histórica de Sintra, decidi ir ao encontro do famoso Hotel Lawrence. Se entrar em Sintra, foi como que entrar numa máquina do tempo, entrar no Hotel Lawrence é entrar na história da nossa literatura romântica, tendo mesmo servido de inspiração para o nosso bem conhecido Eça de Queirós no famoso romance Os Maias. O hotel oferece condições soberbas para quem procura o refúgio de um fim-de-semana longe das preocupações do dia-a-dia.

Após o check-in, e nos instalarmos no hotel aproveitei para ir a descoberta da famosa doçaria de Sintra e nada melhor que a pastelaria a Piriquita, situada no centro histórico da Vila, a agradável simpatia dos funcionários aliada á frescura e variedade de doces proporcionou um excelente fim de tarde. Antes de decidir onde jantar decidi dar uma visita ao palácio nacional de Sintra que fica mesmo situado no centro da Zona histórica, algo a que aconselho. Em relação á gastronomia e ao local onde jantar percorri a zona histórica e piscando os olhos pelos pratos dos vários restaurantes fiquei curioso em provar lombos de porco preto, ao qual não resisti á tentação. Por falar em tentação e sendo este um fim-de-semana diferente optei pelo restaurante Café Paris, ao qual aconselho vivamente experimentarem então os lombos de porco preto. Regressei ao hotel e preparei-me para descobrir um pouco da noite de Sintra o que com uma criança seria certamente um desafio, mas foi um desafio interessante visto ter tido a companhia de amigos conhecedores da noite de Sintra, optei então pelo Bar Mourisca o qual aconselho visto ter o ambiente ideal para quem procura uma noite diferente.

Domingo, bem domingo foi o dia de visitar os Museus do Brinquedos e o Museu de Historia Natural ficam situados bem no centro da zona histórica e para quem tem filhos é do melhor (não só dos filhos mas também dos pais relembrar os brinquedos que nos fizeram tão felizes é muito bom). Domingo serviu também para ir á descoberta da Quinta da Regaleira, bem é um local de uma beleza e misticismo gratificante de visitar, fica situada a por volta de cinco minutos a pé do Hotel Lawrence e como sempre o passeio vale a pena.

Como despedida visitei o Castelo dos Mouros que pela história e vista que nos oferece da Vila compensa o esforço que é para encontrar estacionamento.

A minha visita a Sintra ficou limitada a esses locais, mas Sintra não se descobre num fim-de-semana, Sintra descobre-se ao longo de vários reencontros, visto quem lá vai fica apaixonado e dificilmente não volta.

Considero-me um privilegiado em ter usufruído do prémio que me foi atribuído mas também da oportunidade de revisitar Sintra na melhor das companhias, muito obrigado GeoStar pela oportunidade.

Jorge Alexandre Cotovio e Jorge Manuel Cotovio

 

Reserve já o seu hotel em Sintra!

 

Escapadinhas a Sintra

Hotéis em Sintra

Repórter no Carvoeiro

Chegada ao Hotel Vale D’El Rei Suite & Village Resort, fui acolhida com a maior simpatia, por parte do staff do empreendimento. Fui apresentada aos vários espaços de lazer out-door e in-door, todos eles muito agradáveis, ordenados e decorados com muito bom gosto. O quarto que me estava reservado era excelente, limpo e cuidado e inluía uma varanda com uma vista soberba sobre as vinhas que rodeiam o empreendimento, alçando ainda o casario de Portimão.

A piscina é óptima, calma e a água mantém uma temperatura fantástica!

Os restantes hóspedes eram, na sua maioria, ingleses e alemães, o que me provocou um ligeiro e agradável sentimento de “estrangeira na própria terra”.

O Café Calabash – bar do hotel – tem uma ementa muito simpática, quer de bebidas, quer de pratos completos e snacks. Junto à piscina, encontra-se o Pool Terrace, que serve refeições ligeiras, bem como o buffet de pequeno almoço, podendo este último ser tomado mesmo à beira da piscina. O buffet é muito bom e variado.

O Hotel fica a alguma distância da praia, que obrigaria a deslocações de carro, não fora o shutle que leva e traz os hóspedes, em vários horários pré-definidos, para as praias da Marinha e do Carvoeiro. A praia da Marinha fica algo isolada, não tendo, nesta altura do ano, infraestruturas de apoio. As condições meteorológicas não eram as melhores, pelo que escolhi a praia do Carvoeiro, já que aí poderia disfrutar da vila, caso o tempo não ajudasse para a praia.

Acabei por conseguir um pouco de tudo, praia e vila. Fiz também um passeio num combóio turístico, que parte da Praça Velha. Este passeio turístico é, confesso, pouco interessante. Pouco mais nos é mostrado para além de aldeamentos turísticos e resorts. O ponto alto do passeio é, na minha opinião, o regresso à vila, onde passamos pela Ermida de Nossa Senhora da Encarnação e descemos toda a encosta esquerda da Vila do Carvoeiro.

Quase no topo da falésia do lado direito da praia existe um miradouro, com uma vista panorâmica sobre a vila e praia. Continuando a contornar esta falésia, encontramos ainda a Praia do Paraíso, agora encerrada por perigo de derrocada.

Em suma, é uma localidade a revisitar, senão mesmo a escolher como destino de férias, pela sua pacatez e beleza natural.

O Hotel Vale D’El Rei, sem dúvida, o resort a escolher.

Muito obrigada, Exit, por um excelente fim-de-semana e por me dar a conhecer um cantinho tão fantástico do nosso Algarve!

Teresa Sampaio

 


Escapadinhas ao Carvoeiro

Hotéis no Carvoeiro